quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

CAMPISTAS VÃO TER ORDEM DE DESPEJO

Ver edição completa

A transferência dos parques de campismo da Costa da Caparica para o Pinhal do Inglês está em vias de ser consumada. A medida não agrada a ninguém. Autarcas, moradores e campistas prometem contestação

A transferência dos parques de campismo da zona sul da Costa de Caparica para o Pinhal do Inglês, na Charneca de Caparica, continua nos planos da Sociedade CostaPolis. O presidente da Junta da Costa da Caparica, António Neves, tem a indicação de que o terreno em causa já foi expropriado. Os moradores e o autarca da Charneca, Fernando Jorge, voltam a levantar a voz contra a instalação dos parques no Pinhal do Inglês, preocupados com as consequências que terá para o ambiente e com o aumento do tráfego que trará para a freguesia. A transferência dos parques do Clube de Campismo do Concelho de Almada, da Sociedade Filarmónica União Artística Piedense e do Clube de Campismo de Lisboa 2 para o Pinhal do Inglês provocou contestação do presidente da Junta da Charneca, de grupos ambientalistas e até de partidos políticos, sobretudo em 2006, altura em que esteve em consulta pública o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) para a construção dos novos parques. Nos últimos tempos, o assunto não tem sido muito falado, mas a Sociedade CostaPolis confirma que a transferência continua prevista, apesar de ainda não avançar com uma previsão de quando poderá acontecer. Entretanto, António Neves teve a indicação de que já foi publicada em Diário da República a expropriação dos terrenos no Pinhal do Inglês, que pertenciam a um particular. Charneca não foi ouvida. Porém, Fernando Jorge lamenta que todo o processo esteja a decorrer “sem a intervenção da freguesia”, que “não tem sido ouvida em nada”. A seu ver, a transferência dos parques para o Pinhal do Inglês levanta problemas, desde logo, por causa dos acessos, já que os utentes dos novos parques vão ficar a cerca de cinco quilómetros das praias da Fonte da Telha e vão ter que se deslocar de carro. Por isso, duvida que tenha condições para avançar, pelo menos até que seja construído o troço da Estrada Regional 377-2 entre a Costa da Caparica e a Fonte da Telha, previsto na Concessão do Baixo Tejo, que vai agora arrancar. Para além disso, teme que a transferência prejudique a “vegetação extraordinária” do Pinhal do Inglês.(...)
(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Almada 162, de 17 a 23 de Janeiro de 2009

8 comentários:

Porfírio Seabra disse...

Acabem com os parques de campismo e façam hóteis. Com a crise que aí vai, ninguém tem direito a férias. Só os ricos...

Anónimo disse...

Se essa transferência trouxer melhores condições para os campistas tanto melhor. O actual parece um amontoado de barracas sem lei nem roque, num cenário que prometia ser paradisíaco.
Depois de terminarem com a clandestinidade na fonte da telha só falta mesmo melhorarem este aglomerado campista.
Venha o Polis!!

Anónimo disse...

Sou da SFUAP , estou lá des que nasci , percebo que portugal esteja em crise .. mas não acabem com o natural daqueles parques , quem teem praia mesmo ao pé ... teem condições ... vao fazer hoteis so para ganharem lucros e para portugal evoluir a nivel turistico mas pensem no bem estar dos portugueses , e pensem também que havera a consequência ambiental , havera uma poluiçao enorme devido ao trafego se fizerem ali hoteis e depois aqela água passa a uma água poluida e suja e vao ter bastantes problemas .


Obrigado .

Anónimo disse...

la porque Portugal precisa de dinheiro não e preciso mandar um par que de campismo super bom para outro lado e para alem disso este esta perto da praia e o próximo vai estar longissimo temos de esperar pelos autocarros e não podemos ir a hora que queremos.E fiquem a saber que isto vai fazer com que percam muitos clientes.

Anónimo disse...

Não mudem o parque de campismo eu vou la passar ferias todos os anos e acho que é muito melhor que uns hotéis insignificantes que não têm ar puro. Mas eu só la passo férias mas tenho la conhecidos que vivem la todo o ano. Venderam as suas casas para ir viver para lá. Imploro-vos que não o mudem.

muito obrigada espero que a leiam e não o mudem não é por mim é pelos que la vivem.

Anónimo disse...

querem casinha de férias baratinha com a praia a meio metro...

acabem de vez com a pouca vergonha urbanistica q sao estes "parques de campismo" que de campismo nao teem nada.... Casas (baratas) de férias numa total barracaria pegada digno do q somos... pais de 3.º mundo... e como nao podem la ficar... toca a dar mais um golpe numa mata nacional, área protegida, para q estes "campistas" possam barracar por aí.

Sérgio M

Anónimo disse...

Ja agora... o Anonimo tem toda a razão... logo a seguir era acabar de vez com a favela da fonte da telha.... outro atentado...
efim.... reflexos de terceiros mundismos

Sergio M

lurdes disse...

Axo mal tirarem de lá os parques muitas arvores vao ser deitadas a baixo e os parques tao muito bem como estao para k mudálos???....sei que vao na mesma muda.los para pelo menos fiquem asaber quetao muitas pessoas contra isso ....