Investimento ascendea 16 milhões de euros
Subsistem “alguns pormenoresque estão a ser ultimados,nomeadamente nos arranjosexteriores”,mas, no essencial,“as escolas de novageração”, a EB1/JI de Algés ea de Porto Salvo, estão prontasa mostrarem o que valemem termos de aumento da qualidadede ensino para o nível“das melhores do país”, justificandoo investimento da Câmarade Oeiras: cerca de 16 milhõesde euros repartidos deforma quase igual por ambosos estabelecimentos.“Estas escolas têm umaimportância crucial – a parda que está a ser construídaem Oeiras (EB1/JI GomesFreire de Andrade) e que entraráem funcionamento noano lectivo 2012/2013 – representandouma aposta noredimensionamento da redeescolar do 1.º ciclo e dopré-escolar”, salientou ao JRIsaltino Morais, lembrandoque o trio de estabelecimentossuscitou um esforço dos cofrescamarários na ordem dos quase24 milhões de euros.Respondendo a perguntasrelativas às expectativas quantoà abertura deste ano lectivo,marcada, essencialmente, pelasnovas escolas de Algés ePorto Salvo – sem esquecer arenovação do velho Liceu deOeiras (Escola Secundária Sebastiãoe Silva) que tambémfoi alvo de grandes investimentos(13,5 milhões de euros), nestecaso, por parte do PoderCentral – o edil destaca que esteé o resultado da eleição daEducação como “prioridadedeste mandato”. Na verdade,os estabelecimentos de ensinoa estrear corporizam “um novoconceito de escola, caracterizadopela polivalênciados espaços, congregando aqualidade da oferta educativae a prestação de serviçosà comunidade”, uma vez que“enquanto a escola não estáocupada, ao final do dia eaos fins-de-semana, a comunidadepode usar as instalaçõescomo local de encontro,como espaço para aaprendizagem ao longo da vida,para cidadãos de todasas idades”.A EB1/JI do Alto de Algésjá teve reuniões com os pais estaterça e quarta-feira, devendoas aulas começar “a doer”na próxima segunda-feira, dia19. A inauguração com a presençado presidente da Câmara,essa, está marcada para 28de Outubro.Quanto à EB1/JI de PortoSalvo, as apresentações estãomarcadas para esta sexta-feira,dia 16, devendo as aulas começarem ritmo normal, também,na segunda-feira. A inauguraçãoestá aprazada para dia12 de Novembro.“Vamos dar tempo paraos alunos e professores, nasduas escolas que começarãoa funcionar neste ano lectivo,se adaptarem às novascondições, apropriarem-sedos edifícios, para concretizarmos,depois, a sua inauguraçãooficial, a qual pretendemos,neste momentode algum desalento que vivemos,que seja para comemorarcom alegria e esperança”,antecipa o presidente daCâmara de Oeiras, adiantandoque o início dos anos lectivostem decorrido, “desde hámuitos anos, com serenidade”,sendo hábito que o edilvisite as escolas durante o mêsde Setembro, reunindo comas direcções das escolas. Todavia,“a ambição de termos asmelhores escolas do país”não deixará de trazer consigo,certamente, um sabor especialao arranque do presenteano lectivo em Oeiras...Cada um destes estabelecimentosterá capacidade paraacolher 384 alunos do 1.º cicloe 75 do pré-escolar. No casodo Alto de Algés, a sua aberturapermitirá a desactivação daEB1 Sofia de Carvalho (em Algés),frequentada até ao finaldo ano lectivo passado por 354alunos, que funcionava “numedifício com insuficientescondições de segurança faceaos padrões actuais, não dispondode espaços adequadospara actividades de enriquecimentocurricular eque tem uma cozinha e refeitórioclaramente subdimensionadospara a sua populaçãoescolar”. Com a entradaem funcionamento da nova escolaé aumentadaem75% o númerode vagas de pré-escolarda rede pública da freguesia deAlgés.Quanto à EB1/JI Porto Salvo,a sua abertura implicará adesactivação das EB1 José Canas(4 turmas), em Vila Fria, eda Firmino Rebelo (8 turmas),em Porto Salvo, que “funcionavamem edifícios sem potencialde requalificação”. Aabertura desta escola permitiráaumentarem100% o númerode vagas de pré-escolar darede pública da freguesia dePorto Salvo.Novos espaços e valências,como salas de expressão plástica,de música, laboratórios paraa iniciação à experimentaçãocientífica, informática,centros de recursos/bibliotecas,salas de estudo, cozinha erefeitório em conformidade,espaços para a actividade físicae desportiva, e espaços exterioresseguros e atractivos, fazemparte do conceito “escola atempo inteiro”, adaptado àsnecessidades das famílias, mastambém garantindo “os padrõesde habitabilidade efuncionalidade adequados”a este mesmo modelo.As duas novas escolas resultamde financiamentos garantidosatravés de parcerias público-privadas, estratégia que“permitirá a construção dossete estabelecimentos de ensinode nova geração previstospara os próximos anos,num investimento total de40 milhões de euros”, no âmbitodo Plano Estratégico deEquipamentos Educativos doconcelho de Oeiras.
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