quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

AMADORA Fruta na lancheira escolar

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Programa educativo lançado no Colégio Rik&Rok Para combater a obesidade infantil, a Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) lançou na semana passada o projecto “Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável” destinado às crianças até aos 10 anos. O objectivo é inverter a estatística nacional do consumo da fruta, que é de apenas dois por cento, incentivando as crianças a consumir mais fruta diariamente. Este projecto, lançado na terça-feira, 3 de Janeiro, no Colégio Rik&Rok, no concelho da Amadora, inclui um programa educativo de 6 semanas consecutivas de intervenção motivacional. Esta iniciativa abrange mais de 27 mil alunos, cerca de 1300 turmas de 516 jardins-de-infância e escolas básicas do 1.º ciclo de todo o país, incluindo as regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Os professores expõem na sala de aula o "Quadro de Mérito dos Heróis – Hoje Comi Fruta" e sempre que um aluno comer uma porção de fruta ao lanche deverá assinalar junto ao seu nome mais uma estrela de "Herói da Fruta", como forma de recompensa pelo comportamento correcto. Existe um tema diferente em cada semana de intervenção, com objectivos específicos de aprendizagem apoiados em propostas de actividades pedagógicas e fichas de trabalho que os professores e educadores deverão utilizar. No final das seis semanas de intervenção, como forma de reforçar o compromisso de continuidade no consumo diário de fruta, todas as crianças participantes recebem um diploma e aprendem os "10 mandamentos dos Heróis da Fruta" que terão de recordar todos os dias para continuarem a merecer esse título. Segundo a Comissão Europeia, Portugal está entre os países europeus com maior número de crianças com excesso de peso, 32 por cento das crianças, entre os 6 e os 8 anos, têm peso a mais e 14 por cento são obesas. O último estudo do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre obesidade infantil revela também que mais de 90 por cento das crianças portuguesas come ‘fast-food’, doces e bebe refrigerantes, pelo menos quatro vezes por semana, menos de um por cento das crianças bebe água todos os dias e só dois por cento consome fruta fresca diariamente. A APCOI é uma organização sem fins lucrativos fundada em 2010 cuja missão é ajudar reduzir a obesidade, através de iniciativas que valorizem a saúde das crianças, combate ao sedentarismo ou à má nutrição e previnam todas as doenças associadas à obesidade infantil.

AMADORA Orçamento municipal sofre corte de nove milhões

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Em ano de austeridade, Câmara da Amadora elege acção social, educação e requalificação urbana como áreas prioritárias de investimento Apesar de uma redução de 9,5 por cento face ao orçamento municipal de 2011, a Câmara da Amadora prevê aumentar o investimento em áreas fundamentais como a acção social, educação e requalificação do espaço público. O início do desmantelamento do bairro degradado de Santa Filomena e a construção de uma unidade residencial para idosos nos Moinhos da Funcheira são dois projectos que fazem parte da estratégia da autarquia para “melhorar a qualidade de vida dos cidadãos”. Com um orçamento de 93,9 milhões de euros, menos 9,5 por cento face aos 103 milhões de 2011, a autarquia vai continuar a apostar na educação e na acção social, afectando 49 milhões de euros para estas áreas, o que representa um aumento de quatro por cento do investimento. “Num quadro particularmente difícil, com a redução da transferência de verbas do Orçamento de Estado para as autarquias e a diminuição da receita por via da redução e arrecadação de impostos, agravado pelo aumento do IVA, o executivo decidiu manter a aposta nas áreas da educação, acção social e requalificação do espaço público”, referiu Carla Tavares, vice-presidente da autarquia, durante a apresentação do Orçamento para 2012 na Assembleia Municipal. A autarquia espera dar início este ano às obras de construção de uma unidade residencial para idosos, nos Moinhos da Funcheira, e aprovar um projecto para a construção de uma outra no Alto da Mira, tendo em conta o envelhecimento da população. Ainda neste âmbito, “a Câmara pretende iniciar o processo de desmantelamento de Santa Filomena sem qualquer tipo de apoio do Estado”, frisou Carla Tavares, sublinhando que “a autarquia vai continuar a apostar numa política de realojamento integrada, adquirindo fogos dispersos”. A intervenção do bairro do Zambujal será para continuar e terá um peso importante durante este ano. Na área da educação, está prevista a construção de três escolas e um pavilhão desportivo, assim como a requalificação de outras cinco. O município vai manter o Fundo de Coesão Social de 500 mil euros, que se destina a apoiar as famílias em situação de emergência social. Na área da cultura, a autarquia vai avançar este ano com a tão aguardada requalificação do Cineteatro D. João V, na Damaia. João Paulo Castanheira, do CDS-PP, salientou de positivo o início do processo de realojamento do bairro degradado de Santa Filomena, aliás como os restantes partidos da oposição. No entanto, questionou “porque durante sete anos, quando não havia medidas de austeridade, não se fez nada nesta área”. Crítico também em relação ao orçamento apresentado pelo executivo foi o deputado do PSD,Martinho Caetano. No seu discurso acusou a autarquia de se preparar, com este orçamento, para as eleições de 2013, dado o volume das obras de requalificação do espaço público.O social-democrata foi mais longe e lamentou que todos os anos a autarquia demonstre “um ‘superavit’ (lucro) sucessivo de 9 milhões de euros, mas continua a cobrar a taxa máxima de IMI (Imposto Municipal sobre imóveis)”. O orçamento foi aprovado pela Assembleia Municipal, com os votos favoráveis da maioria socialista e do CIPA (Cidadãos Independentes pela Amadora), com a abstenção do Bloco de Esquerda e da CDU e os votos contra do PSD e CDS-PP. Milene Matos Silva

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

SINTRA Orçamento em tempo de crise

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Câmara mantém montante das transferências para as juntas de freguesia A Câmara de Sintra vai manter o montante das transferências para as juntas de freguesia em 2012, assim como para as associações de bombeiros, apesar da redução de 20 milhões de euros no orçamento municipal. O documento foi aprovado em sede de Assembleia Municipal de Sintra, no passado dia 22 de Dezembro, consagrando um montante na ordem dos 187,2 milhões de euros. Para Fernando Seara, presidente do município, trata- se de "um orçamento cauteloso, capaz de garantir o funcionamento da autarquia, de assegurar o desenvolvimento básico das suas competências e que permite, responsavelmente, continuar a apoiar todos aqueles que desempenham competências próprias junto das populações". Em face dos tempos de austeridade que se vivem, a contenção orçamental continua a ser a palavra de ordem, mas com alguma limitação perante a consciência de que "em alturas críticas, como esta, o número de necessitados aumenta exponencialmente e as dificuldades se estendem a novos grupos e classes que até aqui se encontravam imunes". Para dar resposta a estas situações, instituições estratégicas, como as juntas de freguesia e os corpos de bombeiros, vão manter o financiamento de 2011. Durante a sessão da Assembleia, Fernando Seara destacou que Sintra, ao contrário do que sucede com a esmagadora maioria dos municípios (muito dependentes de transferências da Administração Central), tem receitas próprias na ordem dos 64 por cento, que ascendem a cerca de 121 milhões de euros. A transferência de verbas do Orçamento do Estado situa-se nos 31 por cento. No capítulo das receitas, as verbas do IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) são a maior fatia, quase 50 milhões de euros, embora ainda longe das verbas que poderiam estar em cima da mesa, em função das isenções de muitos proprietários. "A receita do IMI no município de Lisboa, por exemplo, é quatro vezes mais do que em Sintra e a diferença de população é reduzida", enunciou o edil. As despesas, por outro lado, vêem reflectido o "esforço de mantermos as transferências de verbas para as juntas de freguesia" e o reforço dos encargos com o pessoal, que resultou da assunção do pessoal não docente das escolas básicas, tanto ao nível dos salários como dos custos de saúde (ADSE). "Estamos perante um Orçamento que tem em conta a realidade, que tem em conta as opções que fizemos ao nível da transferência para as freguesias, que tem em conta as opções que fizemos ao nível da Acção Social", frisou Fernando Seara, dando conta que, mais uma vez, o investimento municipal privilegia as áreas da Educação e da Acção Social. Os deputados municipais viabilizaram, ainda, na mesma sessão, a contratação de dois empréstimos, um até ao montante de 25 milhões de euros, para a construção de estabelecimentos de ensino, ao abrigo de acordo com o Ministério da Educação, e outro até ao montante de oito milhões de euros, "com vista a assegurar que não existam situações de ruptura de tesouraria durante o ano de 2012". No primeiro caso, apesar de se tratar de um empréstimo de médio e longo prazo, por um prazo de três anos, a autarquia obteve um ‘spread’ de 6 por cento. Uma taxa que, segundo Fernando Seara, tem os dias contados a nível nacional. "Acabou o crédito bancário às autarquias... Terminou, nas taxas e nos ‘spreads’ a que estávamos habituados", explicou o autarca, enaltecendo a importância do empréstimo a contrair junto do Banco Santander Totta. Fernando Seara reiterou as implicações do contexto internacional na realidade municipal. "Hoje, o longo prazo são três meses", frisa o edil, porque tudo depende da "dívida italiana, das opções espanholas e, por isso, a nossa obrigação é garantir o mínimo de tranquilidade para o funcionamento municipal". João Carlos Sebastião

SINTRA Novas tarifas nos parques afectos às estações

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A Câmara de Sintra, através da EMES (Empresa Municipal de Estacionamento de Sintra), assumiu a gestão dos parques de estacionamento afectos às estações ferroviárias, desde o início do ano, e reduziu o tarifário até agora praticado. Em comunicado, a autarquia informa que os utentes passam a pagar, por um período de 24 horas, uma tarifa de 1,50 euros (seis cêntimos por hora), quando, até agora, pagavam, das 7h00 às 22h00, uma tarifa de 1,30 euros (8,5 cêntimos por hora). Nos diferentes parques, Queluz/Belas, Monte Abraão, Rio de Mouro, Tapada das Mercês, Meleças/Mira Sintra e Portela de Sintra, é possível estabelecer uma avença de 24h00, pelo preço de 20 euros. Nos parques de Queluz e Portela, está disponível ainda uma avença mensal, relativa ao período 7h00/22h00, pelo preço de 18 euros/mês, enquanto em Monte Abraão, pelo mesmo período, o preço situa-se nos 15 euros/mês. O acesso e tarifário dos parques é praticado para todos os utentes, não apenas para os que utilizam o comboio da Linha de Sintra. Mas, se houve uma redução das tarifas em alguns casos, outros houve em que o estacionamento passou a ser pago quando, até agora, era gratuito. Em causa o parque de estacionamento da estação de Meleças/Mira Sintra e um dos espaços de parqueamento afecto à infra-estrutura ferroviária de Rio de Mouro. A situação tem motivado queixas dos utilizadores que, ao longo do dia, deixavam as suas viaturas ali estacionadas e apanhavam o comboio em direcção a Lisboa. O assunto já motivou um pedido de explicações à Câmara de Sintra, por parte do Bloco de Esquerda (BE), que lamenta a atitude municipal de "pôr o lucro" à frente das vantagens que decorrem de "uma maior intervenção (da Câmara) na gestão do trânsito e do parqueamento em zonas de maior procura". A cobrança de pagamento é negativa, até pela constatação de que "a taxação dos parques da REFER foi a principal razão para que, ao longo dos anos, estes equipamentos tivessem uma procura muito abaixo da oferta", alertam os deputados municipais João Silva e Helena Carmo. "O parqueamento da estação de Meleças é disto exemplo, tendo aquela estação ganho mais afluência quando o estacionamento deixou de ser pago", advertem os autarcas do BE, que questionam o município sintrense sobre a disponibilidade para "garantir a gratuitidade dos parques" aos portadores de título de transporte da CP.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

BOAS FESTAS

Estes são os votos de toda a equipa do Jornal da Região para os seus leitores, anunciantes e amigos. Aproveitando a quadra festiva, efectuamos uma pausa na nossa publicação e prometemos regressar a 12 de Janeiro, prontos para um novo ano cheio de grandes notícias.

Antigo submarino vai abrir ao público

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Barracuda ganha nova vida para atrair turismo. Autarquia e Marinha reforçam relação com o mar A cidade de Almada vai ser o centro das comemorações do Dia da Marinha em 2012. O anúncio foi feito pela presidente da Câmara de Almada no mesmo dia (7 de Dezembro) em que a vereação aprovou, por unanimidade, a instalação do antigo submarino Barracuda na doca 1 dos ex-estaleiros navais Parry & Son, junto à Fragata D. Fernando II e Glória. “Conjuntamente com o Farol de Cacilhas, estas duas peças são importantes motivos de atracção para o futuro núcleo museológico da Marinha”, afirma Maria Emília de Sousa. Um pólo que a presidente vê como um“forte” contributo para a projecção cultural do concelho. O ex-NRP Barracuda, entretanto abatido ao activo, deverá estar pronto para exposição ao público em Janeiro de 2013, mantendo todo o equipamento como se estivesse pronto para missões de navegação, recreado assim o mais fielmente possível a atmosfera que se vivia a bordo. Será uma oportunidade para os visitantes sentirem e conhecerem, em poucas horas, a diferença entre duas épocas da história naval portuguesa, uma vez que o antigo submarino, lançado à água em 1967, vai ficar ao lado daquela que foi a última nau do “Caminho da Índia” construída em 1843, actualmente fundeada na doca 2. Com o Barracuda disponível para musealização desde Agosto de 2011, diz a presidente da Câmara de Almada que houve um fácil entendimento entre a Marinha Portuguesa e a autarquia. Para a Marinha fica assegurada a presença e manutenção de um elemento da sua história e para o município, particularmente Cacilhas, ganha um importante motivo que vai ao encontro da “promoção turística do concelho”. Por outro lado, reforça a estratégia prevista para o futuro desta freguesia. Aliás, a curiosidade do público por submarinos “é reconhecida”, aponta Maria Emília de Sousa que, na apresentação da proposta à vereação, lembrou o exemplo da base naval de Keroman, França, onde foi carenado o submarino “Flore”, da classe do Barracuda, que “após 18 meses de exposição foi visitado por 100 mil pessoas”. Entretanto a carenagem do Barracuda obriga a obras de reparação na doca 1 que depois de vários anos sem uso “apresenta evidentes sinais de degradação”, uma operação da responsabilidade da autarquia com o apoio da Marinha. Vai ainda ser necessário diligenciar com a Transtejo a remoção de sucata no passadiço pedonal existente sobre a referida doca. O protocolo para que o Barracuda seja carenado em Cacilhas será assinado entre a Câmara de Almada e a Marinha Portuguesa, representada pelo chefe de Estado-Maior da Armada, almirante José Carlos Torrado Saldanha Lopes, no próximo dia 19 de Dezembro, às 12h30, no gabinete do chefe de Estado-Maior da Armada, no Terreiro do Paço, Lisboa. Humberto Lameiras

NATAL E ANO NOVO EM ALMADA Festa, mas com menos dinheiro

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Autarquia corta despesa, mas mantém actividades Este Natal é comemorado em Almada sobre a égide da contenção de custos e o mesmo vai acontecer com os festejos de Ano Novo. “Cortámos muito no que é mais caro”, afirma António Matos. Mas o vereador da Cultura garante que “não vão faltar oportunidades” para as famílias aproveitarem esta época para se divertirem. “Apostámos muito na divulgação da cultura local e regional, o que até pode permitir às pessoas optarem por prendas alternativas”. O vereador refere-se ao Mercado de Natal Amigo da Terra, que decorre até 18 de Dezembro, na Oficina da Cultura. Neste espaço no centro da cidade, os visitantes vão ter oportunidade de criar as suas próprias prendas a partir da reutilização de materiais e usando a imaginação. Outra hipótese é adquirirem presentes solidários construídos sobre regras de sustentabilidade ambiental. Para além dos produtos “Comércio Justo”, as opções podem passar por peças de roupa em pura lã, calçado ecológico, brinquedos artesanais e até cosmética. Uma iniciativa que conta com artesãos vindos de todo o país. Esta iniciativa tem também a intenção de assinalar o “Ano Internacional da Energia Sustentável para todos”, que decorre em 2012. “O objectivo é sensibilizar as pessoas para a poupança e eficácia energética”, refere António Matos. Aliás, a questão dos custos esteve já presente na decisão da Câmara de Almada que cortou significativamente na iluminação de Natal. “A cidade continua a festejar esta época, mas sem perder a consciência do período crítico da economia”, comenta. Mesmo assim a autarquia manteve a Festa de Natal para as crianças do pré-escolar e 1.º ciclo da rede pública, que decorre até hoje, dia 15, no Complexo Municipal dos Desportos. A 17 de Dezembro a Biblioteca Municipal de Almada e a Biblioteca Municipal José Saramago, entre as 16h00 e as 17h30, abrem para a “Hora do Conto”. Uma iniciativa dirigida às crianças dos 5 aos 10 anos com Diana Dias a contar a lenda que deu origem ao sapatinho na chaminé na véspera de Natal. O livro será ainda motivo de destaque até 20 de Dezembro, na Praça S. João Baptista, no centro da cidade, com a Feira do Livro de Natal. Será uma oportunidade para encontrar óptimas sugestões para ofertas, com obras a preços mais acessíveis, de todos os géneros literários, para todas as idades e para todos os gostos. Uma iniciativa organizada pela Página a Página Divulgação do Livro, com o apoio da Câmara de Almada em colaboração com dezenas de editores. Enquanto até 7 de Janeiro na Biblioteca Municipal José Saramago decorre a exposição de presépios construídos pelos alunos das escolas do 2.º e 3.º ciclos da Alembrança e Escola Comandante Conceição e Silva, até 28 de Dezembro são os cantares “Do Natal aos Reis em Coro” que vão animar várias instituições e igrejas do concelho. Uma iniciativa que reúne centenas de pessoas dos grupos corais e etnográficos locais. O Solar dos Zagallos na Sobreda, pode ser outros dos pontos de passagem, até 18 de Dezembro, com várias iniciativas a decorrerem, desde a música, a exposições e até à arte da cozinha tradicional. A contenção foi também aplicada às comemorações do Ano Novo. 2012 vai entrar em Almada com festa em Cacilhas, mas em vez de grupos musicais a actuarem ao vivo, a passagem de ano vai estar no ar através do colectivo de DJ da Antena 3, que entre os vários sons vão estar na batida de R&B e Hip-Hop de Mónica Mendes e o ritmo House de Rui Estêvão. Começa às 22 horas e prolonga-se até à 01h30. Mas os primeiros segundos do novo ano vão ser anunciados pelo espectáculo piromusical “Noite de Estrelas” que promete iluminar as margens do Tejo, numa performance de 12 minutos de duração. “Apesar de ser obrigatório cortar nas despesas não podemos cair no desânimo. Temos de manter a esperança e fazer com que as coisas mudem”, sublinha António Matos. Humberto Lameiras