sexta-feira, 11 de junho de 2010
Bombeiros de Almada vão apertar o cinto
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Mais jovens em risco
Comissão de Protecção apresenta dados de 2009
Em 2009, foram abertos 455 processos de protecção de crianças e jovens, mais 81 do que no ano anterior, o que se traduz num aumento de 18%. Desde Janeiro a Maio deste ano, já foram instaurados 22 novos processos e prevê-se que até ao final do ano sejam promovidos 550. Este foi o balanço feito ao JR por Esmeralda Ferreira, presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Cascais, durante o encontro que se realizou, no passado dia 2 de Junho, no Centro Cultural de Cascais, sob o tema “Comissão de Protecção de Crianças e Jovens somos todos nós!". “Divulgar o trabalho da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Cascais (CPCJC) e sensibilizar as instituições para o âmbito das intervenções das comissões de protecção, sobretudo reflectir sobre crianças e jovens em perigo, fazendo um apelo para que todas as instituições envolvidas actuem de forma articulada”, foi o objectivo do encontro, revelou Esmeralda Ferreira, num evento que juntou vários especialistas para debater temas como "Quando começa o Perigo?", "Quem previne/detecta o Perigo?", "Quem decide as Medidas de Protecção?", "Quem executa as Medidas de Protecção?" e "Infância em perigo". Em 2009, a CPCJC interveio em 872 processos, arquivou 448, tendo transitado 424 para 2010. De acordo com os dados da CPCJC, “93 processos foram remetidos para o tribunal; em 82 casos verificou-se que o perigo foi removido; foram aplicadas medidas de protecção em 280; em 207 o perigo não se confirmou ou já não se verifica, 53 foram remetidos a tribunal por ausência de consentimento, 13 foram devolvidos para entidades de primeira linha (família, comunidade e as entidades com competência em matéria de infância, saúde, educação, segurança social, entidades policiais, instituições de solidariedade social, organizações não governamentais)”. As principais entidades sinalizadoras são, entre outras, “as escolas, os pais, familiares, autarquias, polícias e segurança social”. As situações mais problemáticas que afectam as crianças e jovens, dos 0 aos 18 anos, são a negligência (maior número de casos registados), seguindo-se a exposição a modelos de comportamentos desviantes (prostituição, mendicidade, etc.), abandono escolar, maus-tratos físicos e psicológicos e abuso sexual. A faixa etária que registou situações de perigo mais frequente é a dos 11 aos 14 anos, enquanto a que regista menos sinalizações situa-se entre os 3 e os 5 anos. Faltam respostas essenciais Na abertura do encontro, Armando Leandro, presidente da Comissão Nacional de Protecção das Crianças e Jovens em Risco (CNPCJR), frisou que “a criança tem direito ao apoio da comunidade e a comunidade tem direito a organizar-se para dar esse direito”. O responsável da NPCJR apresentou algumas das suas preocupações. “O que mais me preocupa são as insuficientes respostas para acompanhamento e avaliação das famílias e as insuficientes respostas dirigidas aos jovens (intervenção terapêutica)”. Apontou como pontos fortes das comissões de protecção de crianças e jovens em risco, “a restrita multidisciplinaridade em áreas que vão desde a psicologia, serviço social, direito, educação e saúde, entre outras”. Armando Leandro chamou ainda a atenção de que “não temos uma cultura de prevenção primária essencial”. Contudo, adiantou que “cada vez estamos mais preparados para fazer o diagnóstico para poder agir com as famílias e para elas”. Sobre as medidas de protecção, frisou que “são as indicadas”. Mas, advertiu, “muito é preciso fazer e não nos podemos conformar com situações que põem em causa os direitos das crianças”. Também na abertura do encontro, o presidente da Câmara de Cascais justificou que a sua presença "representa o empenhamento na acção desta estrutura essencial no município de Cascais, onde este problema existe e agravou-se”. António Capucho reconheceu que “o problema que se agravou em 2009”, lembrando os 455 processos instaurados.“ O que mostra bem o volume de trabalho desta comissão”, frisou. Na perspectiva da Câmara de Cascais, apontou como “constrangimentos: os recursos humanos”. O edil lamentou “o facto de dispormos de um número insuficiente de técnicos”. António Capucho, admitiu, ainda, que “a situação actual do país possa aumentar o número de casos de crianças e jovens em risco" e o mais importante é que encontros como o que agora foi realizado, tendo como palco o Centro Cultural de Cascais, "sejam úteis para ajudar a ultrapassar os problemas”.
Bandeira apoia Selecção Nacional
Academia Psicologia e Teatro promove Festa da Criança
Cerca de 1500 crianças deram o seu apoio à Selecção Portuguesa de futebol ao erguerem uma bandeira com ‘graffiti’ pintados pelos jovens da Academia Psicologia e Teatro (APT) que retratam os ídolos que já rumaram para a África do Sul. O evento teve lugar durante a 7.ª edição da Festa da Criança que se realizou nos Jardins do Casino Estoril, no passado dia 1 de Junho. Aquele espaço verde encheu-se de petizes que tiveram a oportunidade de brincar, dançar e jogar à bola em campos improvisados. Mas, o ponto alto foi mesmo a apresentação da bandeira de apoio à Selecção Nacional, que seria entregue à ‘Equipa das Quinas’ no passado sábado, no campo do Real Sport Clube, em Monte Abraão, concelho de Sintra, pouco antes do derradeiro treino em solo nacional. “A ideia da bandeira surgiu na sequência da construção do primeiro campo de Dream Football, que é da responsabilidade do Dimas, e convidámos dois ‘graffiters’, RAM e MAR, para ensinarem as crianças da Academia. Durante cinco meses, elas pintaram os retratos dos jogadores que depois foram estampados numa bandeira, como forma de apoio à nossa selecção”, disse ao JR Ana Paula Reis, responsável pela APT, que sublinhou ainda que “esta grande festa, que juntou pais e filhos, serviu ainda para possibilitar muita brincadeira, convívio e saber estar com outras crianças”. Em parceria com a APT, esteve a Football Dream Factory de Luís Figo, “um projecto que acredita que todos têm um talento", como salientou o seu responsável João Guerra.
Parque Central renovado
Equipamentos infantis e lago convidam ao lazer
Após trabalhos que demoraram cerca de um ano e meio, o Parque Central da Amadora, situado no coração da cidade, deixou de estar dividido e o lago passou a ter água limpa. As obras de requalificação ali efectuadas tornaram o espaço “mais voltado para as pessoas”, de acordo com o presidente da Câmara Municipal da Amadora, Joaquim Raposo, no dia em que aquele ex-líbris da cidade voltou a estar aberto ao público. Foram centenas as pessoas que aproveitaram o dia solarengo de sábado, 5 de Junho, para assistirem à inauguração do “novo” Parque Central da Amadora, depois de uma intervenção da autarquia, num investimento de 3,5 milhões de euros. No local foram instalados vários equipamentos lúdicos, alguns amovíveis para assinalar a inauguração, após as obras de requalificação. Como tema da água, o antigo Parque Central que dispunha de uma vedação em seu redor e era atravessado pelo trânsito rodoviário, através da avenida dos Bombeiros Voluntários, deu lugar a um novo espaço “mais aberto”, por isso “mais seguro”. Pelo menos, é o que considera Maria Peres. Segundo esta moradora, nos últimos tempos o parque, que foi inaugurado em 1985, “estava muito degradado”, razão pela qual aplaude o investimento municipal ali efectuado. Poluição desviada Para além da degradação em todo o espaço, a água do lago estava poluída e servia de atracção para autênticas pragas de mosquitos. O edifício que em tempos foi um bar e restaurante também estava devoluto, tendo sido demolido para dar lugar a um novo com dois andares, onde irá funcionar um espaço de restauração e o Centro de Interpretação Ambiental da Amadora. “Tivemos que desviar as águas poluídas que provinham da mina e colocar um fundo no lago para que assim a água circule e seja de qualidade”, esclareceu o vereador responsável pelos Espaços Verdes na CMA, Gabriel Oliveira. Jangadas e gaivotas convidam à água Depois de renovado, o lago continua interdito a banhos, mas dispõe agora de pontes, jangadas, gaivotas e bolas de plástico com tamanho humano que permitem aos utilizadores andar sobre a água. Mas são vários os equipamentos lúdicos, para diferentes idades, instalados em todo o parque central. O espaço dispõe ainda de um circuito pedonal com cerca de 700 metros, onde é também possível andar de bicicleta e de patins. Com as obras de requalificação, o histórico Parque Central passou a ter 65 mil metros quadrados, resultado da junção das duas áreas anteriormente separadas pela via, possibilitando a criação de mais 140 lugares de estacionamento na área envolvente. Para Joaquim Raposo, presidente da autarquia, a obra “é uma aposta ganha, porque este é um parque para as pessoas de todas as idades poderem usufruir” e representa “uma componente muito importante na renovação da cidade”. O autarca acrescentou ainda ser importante “a renovação do centro” através da “criação de áreas de lazer atractivas”. Joaquim Raposo chegou mesmo a adiantar que no centro do lago poderá ser instalado um palco para a realização de diversas actividades culturais, entre as quais “um desfile de moda” ou um “espectáculo de ballet”.
Tim, o senhor que se segue
terça-feira, 8 de junho de 2010
Serra de Sintra - Na rota do turismo equestre
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Parceria envolve Parques de Sintra, Companhia das Lezírias e Tapada de Mafra
Idade de Pediatria alargada para os 18 anos
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