segunda-feira, 19 de abril de 2010

Feira ocupa centro do Cacém

Ver edição completa Instalados provisoriamente na Rua da Fé, os feirantes de Agualva vão voltar à freguesia do Cacém, para ocuparem um terreno do Polis que já esteve destinado para hospital privado

Instalada provisoriamente na Rua da Fé e Avenida de Santa Maria, para desespero dos moradores, a Feira de Agualva vai ocupar um terreno do Polis, na freguesia do Cacém, que chegou a estar destinado a receber um hospital privado. O terreno confronta com a Rua de Cabo Verde e a Avenida Dr. Miguel Freire da Cruz e deverá estar em condições de receber a venda ambulante, aos sábados, das 7h00 às 13h00, a partir do final de Maio ou inicío de Junho. Para o próximo dia 14 de Maio, no Palácio Valenças, está marcado o concurso de atribuição de espaços de venda ambulante. O local deverá acolher mais de cem feirantes. A realização da Feira de Agualva na freguesia do Cacém, tal como já sucedeu com a ocupação da Quinta do Ulmeiro, foi aprovada na reunião camarária realizada na passada quarta-feira. O vereador responsável pelo pelouro dos Mercados, Baptista Alves (CDU), justifica que aquele espaço reúne "as condições definidas na lei para acolher a realização de uma feira". O autarca alude também que o espaço poderá assumir um carácter multiusos, para a realização de outros eventos como concertos e mostras de artesanato. A solução mereceu, aliás, um comunicado da estrutura concelhia da CDU que se congratula com esta decisão. "Conseguiu-se resolver um problema e abrir uma nova oportunidade ao nível da área central da cidade de Agualva-Cacém: criação de um espaço multiusos para a realização de outros eventos que não apenas a feira", frisa a CDU, que justifica as potencialidades do terreno: "É um espaço não construído e, por isso, constitui uma mais-valia numa zona fortemente urbanizada. Assim, devolve-se a Quinta do Mota à cidade".(...)
(...) Continuação na página 9 do Jornal da Região da Oeiras 217, de 20 a 26 de Abril de 2010

sexta-feira, 9 de abril de 2010

TRAFARIA ‘PENHORADA’

Preocupada com eventual ‘penhora’ da frente ribeirinha pelo Porto de Lisboa, a presidente da Junta, Francisca Parreira, quer ‘prioridade’ para o seu território
Do seu gabinete de trabalho, a presidente da Junta de Freguesia da Trafaria alcança, do outro lado do rio, a vila de Oeiras com a sua frente de praias ordenada e não evita um comentário misto de lamento e crítica. “As vistas são excelentes, mas lembram que as nossas praias e o nosso passeio ribeirinho, comparativamente superior em potencialidades naturais, continuam muito desprezados”. Na opinião de Francisca Parreira, alentejana de Portalegre a cumprir o seu segundo mandato à frente de uma das freguesias mais pequenas emenos populosas do concelho, esta questão deveria ter sido priorizada mais cedo pela Câmara de Almada. “Permitiria uma dinâmica muito grande do concelho a vários níveis e, não tendo sido feito, levou, pelo contrário, ao acumular de situações complexas”, diz a autarca que, com a frontalidade que é seu apanágio, não hesita em denunciar: “Houve falta de vontade política da parte da actual presidente da Câmara”.
Para sustentar a acusação, a autarca da Trafaria garante que Maria Emília de Sousa teve a oportunidade de conseguir a devolução para a autarquia de terrenos ribeirinhos não usados para actividades portuárias muito antes de o mesmo tipo de acordo ter sido alcançado pelo seu congénere lisboeta, António Costa.(...)
(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Almada 215, de 13 a 19 de Abril de 2010

terça-feira, 6 de abril de 2010

TEATRO SEM PALCO PARA TRABALHAR

Infiltrações no auditório de Alfornelos levam ao seu encerramento por tempo indeterminado. Para manter activo um elenco de 30 pessoas, Teatro Passagem de Nível recorre à itinerância.
Desde o final do ano que o Teatro Passagem de Nível não consegue realizar espectáculos na sua sala em Alfornelos. O auditório, cedido em 1997 pela Câmara da Amadora e instalado no complexo do Centro Comercial Colina do Sol, está literalmente a meter água. “Tornou-se completamente impossível receber público na Sala Porfírio Lopes, pois cai, quase constantemente, água na plateia, na cabine técnica e no próprio palco. Mesmo quando não chove”. Segundo o grupo, “a cobertura, em terraço, não tem a inclinação necessária para o escoamento através das condutas de águas pluviais. A água acumula-se no meio e acaba por se infiltrar, pois a tela de isolamento já ultrapassou a sua capacidade de isolar e o seu prazo de validade. A tela está levantada e a água infiltra-se directamente na placa de betão”, lamentam os responsáveis do Passagem de Nível. “Colocámos lonas e há baldes espalhados pelo auditório, mas não podemos fazer mais nada. Sempre que chove um bocado volta a pingar cá dentro. Por isso, só quando vier o bom tempo é que a situação pode ser reparada”, adianta Luís Mendes, responsável pelo teatro. Até lá, o grupo não consegue contabilizar os prejuízos financeiros, porque ainda é necessário desmontar o palco, verificar todo o material técnico, bem como os adereços e o guarda-roupa.(...)
(...) Continuação na página 6do Jornal da Região da Amadora 215, de 6 a 12 de Abril de 2010

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Saúde continua adiada

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Concelho tem cerca de 125 mil utentes sem médico de família

O Centro de Saúde de Queluz realizou em 2009 um total de 231.699 consultas, nos variados programas ao nível dos cuidados primários, como a saúde de adultos, infantil, materna, domicílios e planeamento familiar. Os números constam dos dados divulgados pelaAdministração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), que, em termos globais, em 88 centros de saúde da região, assistiram a 8,8 milhões de consultas, mais 120 mil atendimentos do que no ano anterior. Embora sem a evolução registada a nível concelhio, os números divulgados pela ARSLVT indicam que o Centro de Saúde do Cacém realizou 140.427 consultas, enquanto Algueirão-Mem Martins se quedou por 120.578 atendimentos de Medicina Geral e Familiar. No Centro de Saúde de Rio de Mouro, registaram-se 108.854 consultas contra 124.205 na área de influência das unidades de saúde de Sintra. No final da tabela, em resultado da existência de menos população, fica o Centro de Saúde de Pero Pinheiro com 54.420 consultas. Em todas as unidades de saúde, agora concentradas nos agrupamentos Sintra-Mafra, Algueirão-Rio de Mouro e Cacém-Queluz, as consultas ao domicílio são as que registam um menor número, embora o Centro de Saúde de Sintra apresente 1735 consultas em casa dos utentes, contra 109 no caso do Cacém.

(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Sintra 215, de 6 a 12 de Abril de 2010

quarta-feira, 31 de março de 2010

MELHOR CONCELHO PARA TRABALHAR

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Oeiras foi escolhido, pelo segundo ano consecutivo, como o melhor concelho para se trabalhar em Portugal, fruto da presença das melhores empresas do ‘ranking’ nacional
Oeiras foi considerado, pelo segundo ano consecutivo, o Melhor Concelho para Trabalhar em Portugal. A distinção do Great Place to Work Institute, que há mais de 25 anos avalia organizações em 40 países, foi entregue na semana passada, numa cerimónia em que foram anunciadas ainda as 30 melhores empresas do país, onze das quais estão sedeadas no concelho de Oeiras. “É uma honra porque quem escolhe são as empresas analisadas como as melhores para trabalhar em Portugal. É estimulante saber que 34% dessas 30 empresas têm a sua sede em Oeiras”, congratula-se Isaltino Morais, presidente da Câmara Municipal. Em declarações ao JR, no final da cerimónia que decorreu no Forte de S. Julião da Barra, o edil explicou os ingredientes que fazem de Oeiras o melhor concelho para trabalhar. “Não é alheio a essa situação as condições oferecidas às empresas para aqui se instalarem. Passam pela qualidade das infra-estruturas, da paisagem, da política ambiental, dos equipamentos, desde as escolas aos equipamentos culturais e, sobretudo, o ordenamento do território”, justifica, agradecendo também às empresas o forte contributo que dão para tornar o concelho mais competitivo.(...)

(...) Continuação nas páginas 6 e 7 do Jornal da Região da Oeiras 214, de 30 de Março a 5 de Abril de 2010

terça-feira, 30 de março de 2010

URGÊNCIA CRESCE NO NOVO HOSPITAL DE CASCAIS

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Atendimento no Serviço de Urgência regista aumento de cerca de 30% no primeiro mês de actividade nas novas instalações
Em funcionamento pleno desde o passado dia 1 de Março, os profissionais de saúde vão-se adaptando ao novo Hospital de Cascais, situado em Alcabideche, no âmbito de uma parceria público-privada. Passado um mês, o atendimento no Serviço de Urgência aumentou 30% e o internamento também registou um crescimento considerável. Em declarações ao JR, João Varandas Fernandes, director clínico da unidade hospitalar, fez o balanço do primeiro mês de actividade nas novas instalações. “Foi um processo de transferência complexo que envolveu três unidades hospitalares: Hospital Ortopédico José de Almeida, Centro Hospital de Cascais e Hospital de Dia de Oncologia, mais de 270 doentes, mas que correu bem”, sublinhou este responsável do Hospital de Cascais Dr. José de Almeida. “Estamos numa fase de reestruturação organizacional e adaptação ao novo edifício”, revelou ainda o director clínico, que considera que “temos dado uma resposta satisfatória. Aumentámos 30% o atendimento ao nível da Urgência e aumentámos também o número de internamentos, o que podemos considerar bastante positivo”. Contudo, reforçou João Varandas, “há muitas coisas a melhorar. Todos os dias fazemos melhoramentos. Nunca há descanso.(...)
(...) Continuação na página 9 do Jornal da Região da Cascais 214, de 30 de Março a 5 de Abril de 2010

segunda-feira, 29 de março de 2010

Petição a favor das árvores

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Munícipes questionam o corte ou a poda de alguns exemplares
Actualmente com cerca de 210 assinaturas, está a correr na Internet (www.peticao.com.pt/arvores-de-sintra) uma petição "a favor das árvores de Sintra". Dirigida ao município, a petição expressa preocupação pelo abate ou pela destruição, "com podas pouco cuidadas", de alguns exemplares arbóreos na Vila de Sintra e um pouco por todo o concelho. Os signatários da petição, que classificam esta situação como "uma afronta ao espírito de Sintra", citam a título de exemplo o corte de tílias centenárias no Largo 1.º de Dezembro, em São Pedro de Sintra, que deixaram o "espaço completamente desolado". "Também em São Pedro (e um pouco por todo o concelho) as podas que têm sido efectuadas nas árvores mais não fazem do que deformá-las e criar pontos de fragilidade por onde irão apodrecer e obrigar, mais cedo ou mais tarde, ao seu abate", pode ler-se na petição.(...)
(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Sintra 214, de 30 de Março a 5 de Abril de 2010