sexta-feira, 9 de abril de 2010

TRAFARIA ‘PENHORADA’

Preocupada com eventual ‘penhora’ da frente ribeirinha pelo Porto de Lisboa, a presidente da Junta, Francisca Parreira, quer ‘prioridade’ para o seu território
Do seu gabinete de trabalho, a presidente da Junta de Freguesia da Trafaria alcança, do outro lado do rio, a vila de Oeiras com a sua frente de praias ordenada e não evita um comentário misto de lamento e crítica. “As vistas são excelentes, mas lembram que as nossas praias e o nosso passeio ribeirinho, comparativamente superior em potencialidades naturais, continuam muito desprezados”. Na opinião de Francisca Parreira, alentejana de Portalegre a cumprir o seu segundo mandato à frente de uma das freguesias mais pequenas emenos populosas do concelho, esta questão deveria ter sido priorizada mais cedo pela Câmara de Almada. “Permitiria uma dinâmica muito grande do concelho a vários níveis e, não tendo sido feito, levou, pelo contrário, ao acumular de situações complexas”, diz a autarca que, com a frontalidade que é seu apanágio, não hesita em denunciar: “Houve falta de vontade política da parte da actual presidente da Câmara”.
Para sustentar a acusação, a autarca da Trafaria garante que Maria Emília de Sousa teve a oportunidade de conseguir a devolução para a autarquia de terrenos ribeirinhos não usados para actividades portuárias muito antes de o mesmo tipo de acordo ter sido alcançado pelo seu congénere lisboeta, António Costa.(...)
(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Almada 215, de 13 a 19 de Abril de 2010

terça-feira, 6 de abril de 2010

TEATRO SEM PALCO PARA TRABALHAR

Infiltrações no auditório de Alfornelos levam ao seu encerramento por tempo indeterminado. Para manter activo um elenco de 30 pessoas, Teatro Passagem de Nível recorre à itinerância.
Desde o final do ano que o Teatro Passagem de Nível não consegue realizar espectáculos na sua sala em Alfornelos. O auditório, cedido em 1997 pela Câmara da Amadora e instalado no complexo do Centro Comercial Colina do Sol, está literalmente a meter água. “Tornou-se completamente impossível receber público na Sala Porfírio Lopes, pois cai, quase constantemente, água na plateia, na cabine técnica e no próprio palco. Mesmo quando não chove”. Segundo o grupo, “a cobertura, em terraço, não tem a inclinação necessária para o escoamento através das condutas de águas pluviais. A água acumula-se no meio e acaba por se infiltrar, pois a tela de isolamento já ultrapassou a sua capacidade de isolar e o seu prazo de validade. A tela está levantada e a água infiltra-se directamente na placa de betão”, lamentam os responsáveis do Passagem de Nível. “Colocámos lonas e há baldes espalhados pelo auditório, mas não podemos fazer mais nada. Sempre que chove um bocado volta a pingar cá dentro. Por isso, só quando vier o bom tempo é que a situação pode ser reparada”, adianta Luís Mendes, responsável pelo teatro. Até lá, o grupo não consegue contabilizar os prejuízos financeiros, porque ainda é necessário desmontar o palco, verificar todo o material técnico, bem como os adereços e o guarda-roupa.(...)
(...) Continuação na página 6do Jornal da Região da Amadora 215, de 6 a 12 de Abril de 2010

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Saúde continua adiada

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Concelho tem cerca de 125 mil utentes sem médico de família

O Centro de Saúde de Queluz realizou em 2009 um total de 231.699 consultas, nos variados programas ao nível dos cuidados primários, como a saúde de adultos, infantil, materna, domicílios e planeamento familiar. Os números constam dos dados divulgados pelaAdministração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), que, em termos globais, em 88 centros de saúde da região, assistiram a 8,8 milhões de consultas, mais 120 mil atendimentos do que no ano anterior. Embora sem a evolução registada a nível concelhio, os números divulgados pela ARSLVT indicam que o Centro de Saúde do Cacém realizou 140.427 consultas, enquanto Algueirão-Mem Martins se quedou por 120.578 atendimentos de Medicina Geral e Familiar. No Centro de Saúde de Rio de Mouro, registaram-se 108.854 consultas contra 124.205 na área de influência das unidades de saúde de Sintra. No final da tabela, em resultado da existência de menos população, fica o Centro de Saúde de Pero Pinheiro com 54.420 consultas. Em todas as unidades de saúde, agora concentradas nos agrupamentos Sintra-Mafra, Algueirão-Rio de Mouro e Cacém-Queluz, as consultas ao domicílio são as que registam um menor número, embora o Centro de Saúde de Sintra apresente 1735 consultas em casa dos utentes, contra 109 no caso do Cacém.

(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Sintra 215, de 6 a 12 de Abril de 2010

quarta-feira, 31 de março de 2010

MELHOR CONCELHO PARA TRABALHAR

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Oeiras foi escolhido, pelo segundo ano consecutivo, como o melhor concelho para se trabalhar em Portugal, fruto da presença das melhores empresas do ‘ranking’ nacional
Oeiras foi considerado, pelo segundo ano consecutivo, o Melhor Concelho para Trabalhar em Portugal. A distinção do Great Place to Work Institute, que há mais de 25 anos avalia organizações em 40 países, foi entregue na semana passada, numa cerimónia em que foram anunciadas ainda as 30 melhores empresas do país, onze das quais estão sedeadas no concelho de Oeiras. “É uma honra porque quem escolhe são as empresas analisadas como as melhores para trabalhar em Portugal. É estimulante saber que 34% dessas 30 empresas têm a sua sede em Oeiras”, congratula-se Isaltino Morais, presidente da Câmara Municipal. Em declarações ao JR, no final da cerimónia que decorreu no Forte de S. Julião da Barra, o edil explicou os ingredientes que fazem de Oeiras o melhor concelho para trabalhar. “Não é alheio a essa situação as condições oferecidas às empresas para aqui se instalarem. Passam pela qualidade das infra-estruturas, da paisagem, da política ambiental, dos equipamentos, desde as escolas aos equipamentos culturais e, sobretudo, o ordenamento do território”, justifica, agradecendo também às empresas o forte contributo que dão para tornar o concelho mais competitivo.(...)

(...) Continuação nas páginas 6 e 7 do Jornal da Região da Oeiras 214, de 30 de Março a 5 de Abril de 2010

terça-feira, 30 de março de 2010

URGÊNCIA CRESCE NO NOVO HOSPITAL DE CASCAIS

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Atendimento no Serviço de Urgência regista aumento de cerca de 30% no primeiro mês de actividade nas novas instalações
Em funcionamento pleno desde o passado dia 1 de Março, os profissionais de saúde vão-se adaptando ao novo Hospital de Cascais, situado em Alcabideche, no âmbito de uma parceria público-privada. Passado um mês, o atendimento no Serviço de Urgência aumentou 30% e o internamento também registou um crescimento considerável. Em declarações ao JR, João Varandas Fernandes, director clínico da unidade hospitalar, fez o balanço do primeiro mês de actividade nas novas instalações. “Foi um processo de transferência complexo que envolveu três unidades hospitalares: Hospital Ortopédico José de Almeida, Centro Hospital de Cascais e Hospital de Dia de Oncologia, mais de 270 doentes, mas que correu bem”, sublinhou este responsável do Hospital de Cascais Dr. José de Almeida. “Estamos numa fase de reestruturação organizacional e adaptação ao novo edifício”, revelou ainda o director clínico, que considera que “temos dado uma resposta satisfatória. Aumentámos 30% o atendimento ao nível da Urgência e aumentámos também o número de internamentos, o que podemos considerar bastante positivo”. Contudo, reforçou João Varandas, “há muitas coisas a melhorar. Todos os dias fazemos melhoramentos. Nunca há descanso.(...)
(...) Continuação na página 9 do Jornal da Região da Cascais 214, de 30 de Março a 5 de Abril de 2010

segunda-feira, 29 de março de 2010

Petição a favor das árvores

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Munícipes questionam o corte ou a poda de alguns exemplares
Actualmente com cerca de 210 assinaturas, está a correr na Internet (www.peticao.com.pt/arvores-de-sintra) uma petição "a favor das árvores de Sintra". Dirigida ao município, a petição expressa preocupação pelo abate ou pela destruição, "com podas pouco cuidadas", de alguns exemplares arbóreos na Vila de Sintra e um pouco por todo o concelho. Os signatários da petição, que classificam esta situação como "uma afronta ao espírito de Sintra", citam a título de exemplo o corte de tílias centenárias no Largo 1.º de Dezembro, em São Pedro de Sintra, que deixaram o "espaço completamente desolado". "Também em São Pedro (e um pouco por todo o concelho) as podas que têm sido efectuadas nas árvores mais não fazem do que deformá-las e criar pontos de fragilidade por onde irão apodrecer e obrigar, mais cedo ou mais tarde, ao seu abate", pode ler-se na petição.(...)
(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Sintra 214, de 30 de Março a 5 de Abril de 2010

quarta-feira, 24 de março de 2010

CERCIOEIRAS QUER ALARGAR RESPOSTAS

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A comemorar o 35.º aniversário, a CERCIOEIRAS quer reforçar as suas valências e construir uma nova residência e um centro de actividades ocupacionais para 75 pessoas com deficiência mental. A antiga Cooperativa de S. Pedro foi visitada por Maria Cavaco Silva
Na linha da frente em relação ao apoio e assistência a pessoas com deficiência intelectual, a Cooperativa de S. Pedro de Barcarena, agora designada CERCIOEIRAS, deu início às comemorações do seu 35.º aniversário com a visita, na passada semana, de Maria Cavaco Silva. “Depois de visitar a instituição, saio daqui com a certeza de que há uma visão diferente da deficiência no meu país e isso deixa-me muito feliz”, congratulou-se a primeira-dama. Durante cerca de uma hora, a mulher do Presidente da República conheceu de perto utentes, técnicos e as instalações da CERCIOEIRAS, uma das duas instituições do concelho que prestam apoio a deficientes mentais. “Só no ano de 2009, demos apoio a 450 pessoas nas várias valências da instituição”, revela Ivone Félix, directora desta CERCI, referindo-se ao Programa de Intervenção Precoce, à Escola de Educação Especial, ao Centro de Actividades Ocupacionais (CAO), à unidade residencial, ao Centro de Recursos para a Inclusão (que dá apoio a todas as escolas do concelho deOeiras) e ao Serviço de Apoio Domiciliário.(...)
(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Oeiras 213, de 23 a 29 de Março de 2010