quarta-feira, 31 de março de 2010

MELHOR CONCELHO PARA TRABALHAR

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Oeiras foi escolhido, pelo segundo ano consecutivo, como o melhor concelho para se trabalhar em Portugal, fruto da presença das melhores empresas do ‘ranking’ nacional
Oeiras foi considerado, pelo segundo ano consecutivo, o Melhor Concelho para Trabalhar em Portugal. A distinção do Great Place to Work Institute, que há mais de 25 anos avalia organizações em 40 países, foi entregue na semana passada, numa cerimónia em que foram anunciadas ainda as 30 melhores empresas do país, onze das quais estão sedeadas no concelho de Oeiras. “É uma honra porque quem escolhe são as empresas analisadas como as melhores para trabalhar em Portugal. É estimulante saber que 34% dessas 30 empresas têm a sua sede em Oeiras”, congratula-se Isaltino Morais, presidente da Câmara Municipal. Em declarações ao JR, no final da cerimónia que decorreu no Forte de S. Julião da Barra, o edil explicou os ingredientes que fazem de Oeiras o melhor concelho para trabalhar. “Não é alheio a essa situação as condições oferecidas às empresas para aqui se instalarem. Passam pela qualidade das infra-estruturas, da paisagem, da política ambiental, dos equipamentos, desde as escolas aos equipamentos culturais e, sobretudo, o ordenamento do território”, justifica, agradecendo também às empresas o forte contributo que dão para tornar o concelho mais competitivo.(...)

(...) Continuação nas páginas 6 e 7 do Jornal da Região da Oeiras 214, de 30 de Março a 5 de Abril de 2010

terça-feira, 30 de março de 2010

URGÊNCIA CRESCE NO NOVO HOSPITAL DE CASCAIS

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Atendimento no Serviço de Urgência regista aumento de cerca de 30% no primeiro mês de actividade nas novas instalações
Em funcionamento pleno desde o passado dia 1 de Março, os profissionais de saúde vão-se adaptando ao novo Hospital de Cascais, situado em Alcabideche, no âmbito de uma parceria público-privada. Passado um mês, o atendimento no Serviço de Urgência aumentou 30% e o internamento também registou um crescimento considerável. Em declarações ao JR, João Varandas Fernandes, director clínico da unidade hospitalar, fez o balanço do primeiro mês de actividade nas novas instalações. “Foi um processo de transferência complexo que envolveu três unidades hospitalares: Hospital Ortopédico José de Almeida, Centro Hospital de Cascais e Hospital de Dia de Oncologia, mais de 270 doentes, mas que correu bem”, sublinhou este responsável do Hospital de Cascais Dr. José de Almeida. “Estamos numa fase de reestruturação organizacional e adaptação ao novo edifício”, revelou ainda o director clínico, que considera que “temos dado uma resposta satisfatória. Aumentámos 30% o atendimento ao nível da Urgência e aumentámos também o número de internamentos, o que podemos considerar bastante positivo”. Contudo, reforçou João Varandas, “há muitas coisas a melhorar. Todos os dias fazemos melhoramentos. Nunca há descanso.(...)
(...) Continuação na página 9 do Jornal da Região da Cascais 214, de 30 de Março a 5 de Abril de 2010

segunda-feira, 29 de março de 2010

Petição a favor das árvores

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Munícipes questionam o corte ou a poda de alguns exemplares
Actualmente com cerca de 210 assinaturas, está a correr na Internet (www.peticao.com.pt/arvores-de-sintra) uma petição "a favor das árvores de Sintra". Dirigida ao município, a petição expressa preocupação pelo abate ou pela destruição, "com podas pouco cuidadas", de alguns exemplares arbóreos na Vila de Sintra e um pouco por todo o concelho. Os signatários da petição, que classificam esta situação como "uma afronta ao espírito de Sintra", citam a título de exemplo o corte de tílias centenárias no Largo 1.º de Dezembro, em São Pedro de Sintra, que deixaram o "espaço completamente desolado". "Também em São Pedro (e um pouco por todo o concelho) as podas que têm sido efectuadas nas árvores mais não fazem do que deformá-las e criar pontos de fragilidade por onde irão apodrecer e obrigar, mais cedo ou mais tarde, ao seu abate", pode ler-se na petição.(...)
(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Sintra 214, de 30 de Março a 5 de Abril de 2010

quarta-feira, 24 de março de 2010

CERCIOEIRAS QUER ALARGAR RESPOSTAS

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A comemorar o 35.º aniversário, a CERCIOEIRAS quer reforçar as suas valências e construir uma nova residência e um centro de actividades ocupacionais para 75 pessoas com deficiência mental. A antiga Cooperativa de S. Pedro foi visitada por Maria Cavaco Silva
Na linha da frente em relação ao apoio e assistência a pessoas com deficiência intelectual, a Cooperativa de S. Pedro de Barcarena, agora designada CERCIOEIRAS, deu início às comemorações do seu 35.º aniversário com a visita, na passada semana, de Maria Cavaco Silva. “Depois de visitar a instituição, saio daqui com a certeza de que há uma visão diferente da deficiência no meu país e isso deixa-me muito feliz”, congratulou-se a primeira-dama. Durante cerca de uma hora, a mulher do Presidente da República conheceu de perto utentes, técnicos e as instalações da CERCIOEIRAS, uma das duas instituições do concelho que prestam apoio a deficientes mentais. “Só no ano de 2009, demos apoio a 450 pessoas nas várias valências da instituição”, revela Ivone Félix, directora desta CERCI, referindo-se ao Programa de Intervenção Precoce, à Escola de Educação Especial, ao Centro de Actividades Ocupacionais (CAO), à unidade residencial, ao Centro de Recursos para a Inclusão (que dá apoio a todas as escolas do concelho deOeiras) e ao Serviço de Apoio Domiciliário.(...)
(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Oeiras 213, de 23 a 29 de Março de 2010

terça-feira, 23 de março de 2010

A LIMPEZA POSSÍVEL

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Nas imediações do Aeródromo de Tires, voluntários do ‘Projecto Limpar Portugal’ foram confrontados com muito lixo e fizeram o possível por deixar o local mais limpo. O mesmo aconteceu em outros pontos do concelho, como em Carcavelos e no Abano
Alguns pinhais e terrenos do concelho de Cascais ficaram mais limpos, no passado sábado, com o “Projecto Limpar Portugal”, um movimento cívico que propôs recolher lixo das florestas portuguesas num só dia. O JR acompanhou algumas limpezas no terreno. Centenas de voluntários de Cascais puseram mãos à obra e não temeram a chuva para recolher o lixo que encontraram em sítios como o Abano (Guincho), Quinta dos Ingleses e Quinta dos Lombos, em Carcavelos, e principalmente nas imediações do Aeródromo de Tires (São Domingos de Rana) que se revelou a operação mais problemática de limpeza no concelho, por se encontrarem entulhos de obras e restos de materiais provenientes de oficinas. Nas imediações da infra-estrutura aérea, onde aviões de luxo aterram, quinze voluntários ficaram atolados de lama ao retirarem tudo o que podiam, desde frigoríficos abandonados, máquinas de lavar em estado de decomposição, colchões, sofás, pneus, canos e plásticos.(...)
(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Cascais 213, de 23 a 29 de Março de 2010

quinta-feira, 18 de março de 2010

Mau cartão-de-visita para Cascais

Moradores da zona da estação queixam-se da má vizinhança de um edifício embargado, que acolhe ‘mendigos e vadios’
Não é só o aspecto de obra abandonada que estraga a paisagem da vila, para quem caminha nas ruas de Cascais ou quem observa a partir das janelas dos prédios mais altos, mas também um fardo pesado para quem vive perto, com vista para uma lixeira e é obrigado a suportar, nos dias mais quentes, um cheiro insuportável. As obras que demoliram o Hotel Nau nunca mais foram retomadas e no Largo da Estação há pessoas que vivem um pesadelo. Ao lado, fica o recuperado edifício da Loja Geração C, instituições bancárias, restaurantes e a estação ferroviária. Quem passa na estrada não imagina o pior cenário, porque não vê a realidade escondida por detrás dos taipais. Mas, no rés-do-chão da estrutura do edifício, o lixo vai-se acumulando em zonas que denunciam ocupação indevida. “Ali bebem, cozinham, jogam às cartas e à noite fazem barulho, batem nos pilares, sei lá”, denunciam alguns moradores. “Depois é só porcaria, maus cheiros e moscas. Temos que ter as janelas fechadas”, reforçam as razões de queixa.(...)
(...) Continuação na página 9 do Jornal da Região da Cascais 212, de 16 a 22 de Março de 2010

terça-feira, 16 de março de 2010

MORADORES APONTAM ERROS DA CRIL

Ver edição completa Projecto da CRIL motiva receios há mais de 5 anos
Em plena fase de construção do último sublanço da CRIL, entre a Buraca e a Pontinha, o JR foi conhecer uma das associações de moradores que, nos últimos cinco anos, deu grande contributo para a alteração significativa do projecto em prol do bem-estar da população. A Associação de Moradores e Proprietários da Venda Nova cumpriu este mês cinco anos de actividade e, com o apoio da Câmara da Amadora e da Junta de Freguesia, fez acontecer o impossível: “De um viaduto de 18 metros de altura passámos a um túnel de onze metros de profundidade”, congratulam-se. Carlos Perry, actualmente vogal do conselho fiscal e um dos impulsionadores da associação, recorda ao JR as longas batalhas travadas pelos moradores da freguesia. “O movimento surgiu em 2003 em resposta ao projecto catastrófico que se adivinhava e mostrava e acabou por ser formalizada em 2005. O projecto em consulta pública na junta contemplava um viaduto ao nível de um 5.º andar, muretes e mais três metros de barreiras acústicas. Só a partir do 7.º andar, num prédio de onze, haveria visibilidade”, salienta. A CRIL era, segundo Carlos Perry, uma aspiração dos moradores locais e a solução para as centenas de construções abarracadas que ali foram nascendo. “Quando comprámos as casas, há 27 anos, o traçado que nos mostraram era à superfície com duas faixas de cada lado. Por isso ficámos chocados com o projecto”, justifica.(...)
(...) Continuação nas páginas 8 e 9 do Jornal da Região da Amadora 212, de 16 a 22 de Março de 2010