sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

IGREJA DE S. BRÁS TEM NOVO PROJECTO

Ver edição completa Paróquia apresentou maquete do futuro templo religioso no dia consagrado ao seu padroeiro, apelando à contribuição de todos
Foi no dia do padroeiro da freguesia, a 3 de Fevereiro, que a população do Casal de S. Brás ficou a conhecer o projecto da futura igreja. No final da missa em honra de S. Brás, presidida pelo Bispo D. Carlos Azevedo, os fiéis puderam ver pela primeira vez a maquete do templo paroquial que vai substituir as actuais instalações, provisórias há 25 anos, junto à EB1 Martinho Simões. “Este espaço contíguo à escola era um aterro que não ia servir para nada. Por isso, os católicos desta zona pediram o terreno à Câmara”, enquadra o padre Fernando Antunes de Cima, pároco de São Brás, lembrando que, "para ir à missa, a população tinha de recorrer a Belas, Amadora ou à igreja da Falagueira". Cedido o terreno, a igreja construiu um pequeno edifício onde, aos sábados e domingos, cerca de 200 pessoas se apinham para assistir às eucaristias. “A freguesia cresceu muito ao longo dos últimos anos, mercê das novas urbanizações, e depressa surgiu a necessidade de se erguer uma igreja condigna”, acrescenta o pároco.
(...) Continuação na página 5 do Jornal da Região da Amadora 207, de 9 a 15 de Fevereiro de 2010

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

CACILHAS DIVIDE OPINIÕES

Ver edição completa Pedonalização da Rua Cândido dos Reis é vista com alguma preocupação pelos comerciantes locais
Os comerciantes da Rua Cândido dos Reis estão contra a pedonalização desta artéria do casco histórico de Cacilhas, no âmbito da requalificação urbana prevista para a freguesia. Os homens do comércio temem que os turistas e as receitas das suas casas decresçam. Mas há quem concorde com a proibição das viaturas nesta rua. Os mais optimistas relembram que a autarquia não se deve esquecer dos parques de estacionamento, a preços simbólicos, melhor iluminação, bancos e novas árvores, para que o coração de Cacilhas não perca turistas, beleza, nem procura comercial. Clarivaldo Castro, gerente de uma papelaria, considera que a pedonalização da Cândido dos Reis constitui uma "faca de dois gumes", pois reserva algumas dúvidas no que diz respeito amelhorias para o comércio tradicional. "Esta rua já regista pouco movimento, por causa do metro, pelo que a sua interdição ao trânsito poderá complicar ainda mais as coisas", sublinha. Augusto Lopes, gerente do restaurante “Sardinha Assada”, refere que quando a rua for encerrada ao trânsito, a autarquia não se deve esquecer de criar estacionamentos para as viaturas das pessoas que costumam frequentar os restaurantes de Cacilhas.(...)
(...) Continuação na página 7 do Jornal da Região da Almada 207, de 9 a 15 de Fevereiro de 2010

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

À ESPERA DE OBRAS

Ver edição completa O pavimento do IC20, via rápida que liga Almada à Costa da Caparica, está cada vez mais degradado. A Estradas de Portugal promete obras para breve, mas enquanto tal não acontece, buracos e fissuras significam perigo para os condutores O pavimento do IC20, que liga a cidade de Almada à Costa da Caparica, encontra-se em muito mau estado, conforme confirmou a nossa reportagem no local. O alcatrão está gasto e as fissuras no piso, nos dois sentidos, tornam-se bastante incomodativas para quem circula nesta via de grande intensidade de tráfego. Além das fendas no alcatrão desgastado, o automobilista António Martins aponta o dedo a alguns "pequenos buracos" na estrada, o que coloca em causa a segurança de quem por ali circula. "Este pavimento está uma lástima, mais parece uma estrada do terceiro mundo do que uma via rápida", critica o automobilista, que percorre o IC20 todos os dias, entre casa e o trabalho. Já Ana Colaço lamenta que a aquela via tenha chegado a este ponto. "Apela-se a um maior civismo na estrada, com campanhas com os dinheiros públicos, e depois é preocupante como se deixa uma via rápida ficar nesta situação gritante", acusa.(...)
(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Almada 206, de 2 a 8 de Fevereiro de 2010

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

"É TEMPO DE ARREGAÇAR AS MANGAS"

Ver edição completa Projectos fazem renascer vocação para o turismo
2011 é o prazo apontado pela Câmara de Almada para a conclusão de um Plano de Pormenor que permite a requalificação completa do centro histórico de Cacilhas, que inclui a pedonalização da Ruas Cândido dos Reis e António Feio. Novas zonas de recreio, lazer, habitacionais e espaços pedonais estão previstos num projecto que pretende tornar Cacilhasnum ponto de encontro e numa porta de entrada de Almada. Numa altura em que se encontra a decorrer o período de participação preventiva, o município realizou no passado dia 21, no Ponto de Encontro-Casa Municipal da Juventude de Cacilhas,umFórum de Participação sobre o Plano de Pormenor de Cacilhas. Esta iniciativa, que contou com grande afluência de público, decorre da decisão tomada pela autarquia em Outubro do ano transacto, de elaborar um Plano de Pormenor para esta zona histórica de Cacilhas.
(...) Continuação na página 7 do Jornal da Região da Almada 205, de 27 de Janeiro a 1 de Fevereiro de 2010

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

ALMADA - Apreensão na Cova do Vapor

Ver edição completa
Demolição do bairro gera receios
O bairro da Cova do Vapor, na Trafaria, onde habitam mais de uma centena de famílias, tem mesmo os dias contados. A Câmara de Almada continua a trabalhar nos planos de pormenor e de ordenamento para a renaturalização desta zona que nos anos 30 foi bastante frequentada pela população de Lisboa, e não só, devido às suas praias e paisagens de excelência. Ricardo Carneiro, adjunto da vereadora Amélia Pardal, garante que a renaturalização da Cova do Vapor vai ser uma realidade, pondo fim a habitações clandestinas, por forma a devolver a zona aos turistas e até para melhor segurança das populações, por causa das "cheias constantes" que chegam a atingir algumas habitações. E refere que os planos, que envolvem várias zonas da Trafaria, contarão com a envolvência das populações e de várias entidades, por forma a serem encontradas soluções concretas. "De momento não temos datas previstas para a conclusão dos planos nem soluções tomadas", vinca.(...)
(...) Continuação na página 7 do Jornal da Região da Almada 204, de 19 a 26 de Janeiro de 2010

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

PREÇO DA ÁGUA NÃO AUMENTA DEVIDO À CRISE

Face à difícil situação económica de muitas famílias, Serviços Municipalizados de Água e Saneamento decidiram manter tarifas
Assembleia Municipal de Oeiras aprovou, por maioria, Orçamento e Grandes Opções do Plano (GOP) dos SMAS de Oeiras e Amadora, no valor de 65 milhões de euros, num ano pautado pela manutenção do preço da água. Apesar dos serviços terem de pagar mais 0,5% à EPAL – Empresa Portuguesa das Águas Livres pela compra de cada metro cúbico de água, o conselho de administração decidiu não sobrecarregar com mais custos os cerca de 180 mil clientes, "dada a actual situação financeira complicada em que muitas famílias vivem", justifica ao JR Nuno Campilho, administrador dos SMAS de Oeiras e Amadora.(...)
(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Oeiras 204, de 19 a 25 de Janeiro de 2010

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

FEIRANTES QUEREM TRABALHAR

Indignados com a suspensão da venda ambulante em Mem Martins, os feirantes de Fanares e da Capela saíram à rua para demonstrar o seu descontentamento com a decisão autárquica. Os manifestantes querem voltar ao trabalho já esta quarta-feira
"Queremos trabalhar", foram as palavras de ordem mais ouvidas nas manifestações que os feirantes de Mem Martins promoveram nos passados dias 13 e 16 contra a decisão da Câmara de Sintra de suspender a venda ambulante. Sem ainda estarem criadas as condições alternativas, um recinto na Tapada das Mercês, junto à Escola EB2,3 Maria Alberta Menéres e à Casa da Juventude, os feirantes têm sido confrontados com a proibição de montar as suas bancas em Fanares e na Capela. Para esta segunda-feira, à hora do fecho desta edição, a autarquia prometia uma resposta, mas não parecia disposta a deixar os feirantes voltarem por 30 dias para Fanares e para a zona da Capela.OJR apurou que a decisão mais viável consistia no alargamento do novo local na Tapada, para acolher cerca de 185 feirantes, mas a dificuldade residia na garantia de que as condições seriam criadas até esta quarta-feira.(...)
(...) Continuação na página 9 do Jornal da Região da Sintra 204, de 19 a 25 de Janeiro de 2010