quarta-feira, 11 de novembro de 2009

PRIORIDADE À ACÇÃO SOCIAL

Ver edição completa Novos presidentes das juntas de freguesia de Algés e Linda-a-Velha assumem o apoio social como aposta para os próximos quatro anos
"Mudar alguma coisa é sempre difícil", assume Joaquim Ribeiro, o recém-empossado presidente da Junta de Freguesia de Algés, que conseguiu conquistar um dos bastiões do PSD no concelho. "Em tudo, e também na política, há inércia", justifica assim a sua vitória, destacando a credibilidade da equipa por si liderada e o peso de ter tido uma candidatura apoiada por Isaltino Morais, "com obra feita na freguesia". E, para Joaquim Ribeiro, é impossível dissociar a sua governação nos próximos quatro anos daquilo que será o trabalho a desenvolver pela Câmara de Oeiras. "É evidente que os programas das juntas são programas não muito específicos, porque estão dependentes do trabalho da Câmara", justifica o novo presidente da Junta. Por isso, sem querer falar de grandes obras e projectos, ciente de que terão de ser feitosem parceria, Joaquim Ribeiro assume a aposta na área social, tendo em conta as características atípicas da freguesia de Algés. "Decidimos apostar muito na parte social, principalmente para os seniores, mas não esquecendo os mais novos e o convívio intergeracional", revela o autarca.(...)
(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Oeiras 197, de 10 a 18 de Novembro de 2009

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Sintra: Melhor assistência familiar

Através do projecto ‘Cuidador Informal’, o Hospital Amadora-Sintra está a transmitir conhecimentos aos familiares de pacientes, nomeadamente na área da Ortopedia, para assegurar melhores cuidados após a alta hospitalar
Desmistificar os medos associados a cuidar dos doentes em casa, após a alta hospitalar, é o principal objectivo do projecto “Cuidador Informal”, que o Hospital Amadora-Sintra está já a aplicar em praticamente todos os seus serviços desde Setembro passado, após uma experiência-piloto, em Março deste ano, nas áreas de Ortopedia, Obstetrícia, Medicina III e Neurologia. A figura do “Cuidador Informal” foi criada a pensar na pessoa mais próxima e significativa para o doente internado, geralmente um familiar, a quem se procura transmitir conhecimentos, essencialmente práticos, sobre como tratar o paciente no domicílio. A pessoa que aceita exercer essa função recebe um cartão de identificação próprio que lhe dá o privilégio de poder estar junto do doente desde as 9 às 22h00, no horário que lhe for mais conveniente. Em contrapartida, tem alguns deveres, o mais importante dos quais a obrigatoriedade de colaborar nos cuidados ao seu doente, por forma a ficar habilitado a assegurar a continuidade dos tratamentos após a alta hospitalar. “Mesmo os próprios profissionais que não são do serviço de Ortopedia têm algum receio em lidar com estes doentes”, realça Fernanda Pombeira, enfermeira-chefe neste departamento. Por isso, “o que acontecia, muitas vezes, é que, mesmo havendo disposição e condições para levar o doente, os familiares adiavam o mais possível esse momento por não se sentirem aptos a prestar-lhes os cuidados necessários em casa”. O resultado é os doentes ficarem internados “desde dias até várias semanas” apesar de já terem luz verde para deixarem o hospital.(...)

(...) Continuação na página 9 do Jornal da Região da Sintra 197, de 10 a 16 de Novembro de 2009

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

AUTARCAS EMPOSSADOS

Ver edição completa
Isaltino Morais promete cumprir mandato até ao fim
“oeirenses escolheram o programa mais sério na ambição que propunha, o mais sério e ciente das competências e das capacidades da autarquia”. No decorrer de um longo discurso na cerimónia de tomada de posse do executivo e da Assembleia Municipal, o reeleito presidente da Câmara de Oeiras frisou a determinação de cumprir o seu mandato até ao fim e apelou à participação de todos para “selar o pacto que Oeiras tem com o futuro”. “Em todos os dias do próximo mandato, que cumprirei até ao fim com o empenho e a vontade de sempre, podem contar comigo. Eu contarei com todos”, disse já no final do seu discurso. Isaltino Morais guardou também espaço na sua intervenção para falar da excelência do concelho e avançou que, até 2013, “Oeiras voltará a ser o alvo de novas transformações, alcançando novos desafios, recebendo novos galardões, cumprindo o sonho de deixar no seu código genético a marca de excelência por tudo o que foi feito até agora”, contando, para isso, “com o apoio de todos”. O edil prometeu ainda concretizar um investimento, até 2017, de 150 milhões de euros na área da habitação, a criação de dois pólos de desenvolvimento, a construção de novos equipamentos escolares, novos centros de saúde, a terceira fase do Passeio Marítimo até Algés, a criação de um metro ligeiro de superfície entre Algés e a Falagueira e novos equipamentos desportivos. Recorde-se que Isaltino Morais venceu as eleições autárquicas de 11 de Outubro com 41,52% dos votos, elegendo cinco vereadores, contra os três eleitos socialistas, dois sociais-democratas e um da CDU. Este é o sétimo mandato do autarca à frente da Câmara de Oeiras.(...)
(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Oeiras 196, de 3 a 9 de Novembro de 2009

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

PÓ E LAMA ENERVAM CAPUCHOS

Moradores exigem asfalto na Rua do Alto dos Capuchos, na Caparica. Câmara nega responsabilidades

Os moradores da Rua do Alto dos Capuchos, na freguesia de Caparica, reclamam o arranjo e alcatroamento de cerca de 30 metros do lado nascente desta artéria, com sentido único, que vai dar à alcatroada rua do Funchalinho. Os residentes, que já apresentaram o problema à Câmara de Almada e à Junta de Freguesia, alegam que esta estrada foi "totalmente esquecida" pelas entidades com competência na matéria. Maria Manuel Silva, que reside na Rua do Alto dos Capuchos desde 1994, apela para que a rua seja arranjada e alcatroada "rapidamente", antes que comecem a cair em força as chuvadas de Inverno. Caso não haja possibilidades de melhorar o piso da estrada com alcatrão, a moradora sugere a construção de um "pequeno passeio" para que as pessoas, durante o período do Inverno não sujem os pés de lama. A mesma moradora conta que a edilidade já respondeu ao seu pedido, informando que os cerca de 30 metros sem alcatrão abrangem uma zona sem loteamentos "não se pode fazer nada". "Vivemos numa rua do terceiro mundo, o que é caricato, porque fica localizada nas traseiras do Hotel Meliã, de 5 estrelas, e na mesma rua onde está a ser construído uma loja do Pingo Doce", desabafa. Além disso, salienta que é pelo lado nascente da Rua do Alto dos Capuchos que os moradores se deslocam para as paragens dos autocarros. E diz ainda que se trata de uma das artérias mais bonitas da freguesia de Caparica, de onde se avista o cabo do Bugio, Oeiras e a Serra de Sintra.(...)
(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Almada 195, de 27 de Outubro a 2 de Novembro de 2009

terça-feira, 20 de outubro de 2009

NOVO ROSTO NA FREGUESIA DE CASCAIS

Pedro Morais Soares sucede a Pedro Silva à frente da Junta
Presidente da Concelhia de Cascais do CDS/PP, Pedro Morais Soares esteve à frente da vereação do Desporto e Relações Internacionais, em 2006, durante seis meses, em substituição do actual vereador João Sande e Castro. Agora, foi eleito presidente da Junta de Freguesia de Cascais pela Coligação 'Viva Cascais', com maioria absoluta. Com 32 anos, Pedro Morais Soares espera seguir as pisadas do seu antecessor, Pedro Silva (também militante do CDS/PP), e implementar alguma renovação em questões relacionadas com “os mais carenciados, os idosos e as jovens famílias, através de uma revitalização e melhoria dos programas já existentes na freguesia”. Aproximar a Junta de Freguesia dos cascalenses é outro dos objectivos. Para isso, “é preciso uma forte aposta nas novas tecnologias. Vamos usar a Internet para tentar dar a conhecer as instituições e as associações que existem na área da freguesia”. Em declarações ao JR, Pedro Morais Soares contou como pensa dirigir a freguesia de Cascais e como reagiu ao convite para a sua candidatura. “Encarei bem esse convite. Foi uma aposta do CDS/PP na renovação das listas. Como presidente da Concelhia, estou preparado para assumir os destinos desta freguesia”, disse. “A minha actividade não vai significar uma ruptura como que foi feito anteriormente. No campo da acção social, a prioridade continua a ser os idosos, os mais carenciados e as jovens famílias para as quais queremos proporcionar ocupação e educação dos filhos, através da aposta no pré-escolar, no reforço da oferta pública, em parceria com instituições de solidariedade social”(...)
(...) Continuação na página 7 do Jornal da Região da Cascais 194, de 20 a 26 de Outubro de 2009