sexta-feira, 11 de setembro de 2009

CDU APOSTA NO REFORÇO DE ELEITOS

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O actual vereador Amílcar Campos assume de novo a candidatura à Câmara de Oeiras acredita que a CDU vai aumentar o número de votos e de eleitos, fruto do trabalho em prol das populações
Vereador na Câmara Municipal, Amílcar Campos volta a assumir a candidatura da CDU nas próximas eleições autárquicas. Aos 62 anos de idade, este Técnico Superior da Administração Pública no Ministério da Justiça, justifica a sua decisão com a necessidade de servir a causa pública. É autarca no concelho há 27 anos, tendo exercido várias funções. É por dedicação a Oeiras que aceitou, de novo, ser o candidato da CDU à Câmara? Aceitei com entusiasmo e sem a mínima hesitação esta honrosa missão que me foi confiada pela CDU, depois da discussão colectiva feita no seio do PCP e da própria CDU, onde se decidiu renovar a confiança política depositada em mim como consequência da análise positiva que foi feita do meu desempenho no lugar de vereador, no mandato que agora termina. Esta aceitação decorre também da necessidade que sinto de servir a causa pública, como formade dar o meu contributo para o constante aperfeiçoamento e desenvolvimento do regime democrático resultante de Abril. No espaço insubstituível e privilegiado de participação dos cidadãos na vida pública que é o Poder Local Democrático e residindo no concelho de Oeiras há mais de trinta anos, entusiasma-me a possibilidade de poder trabalhar em prol do bem-estar e valorização dos oeirenses e do desenvolvimento harmonioso e solidário do meu município. Por outro lado, considero que vale a pena lutar pelo projecto daCDU,porque atende os anseios dos oeirenses e as necessidades do município de Oeiras. É um projecto que apoia, respeita e incentiva a participação das populações na resolução dos problemas que as afectam.(...) (...) Continuação nas páginas 8 e 9 do Jornal da Região da Oeiras 188, de 8 a 14 de Setembro de 2009

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

NOVO HOSPITAL NÃO VAI RESOLVER TUDO

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Seixal e Almada: Autarcas querem abertura de mais centros de saúde
A instalação do futuro hospital do Seixal, que deverá estar concluído em meados de 2012, não vem resolver todas as necessidades da população de Almada na área da saúde, já que parte da população do concelho não está ainda servida de centros de saúde. Esta posição foi reiterada por Rui Martins, vereador da Câmara de Almada com o pelouro das Obras Municipais, durante a cerimónia de assinatura do acordo estratégico para a implementação da nova unidade, celebrado entre o Governo, a Câmara do Seixal e Administração Geral de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo. De acordo com o autarca almadense, só nas freguesias do Feijó e do Laranjeiro “existem cerca de 40 mil pessoas a necessitar de um centro de saúde”, pelo que é preciso resolver com “carácter de urgência” este tipo de carências, de modo a evitar “maiores fluxos de utentes” para os grandes hospitais. “A situação de rotura a que chegou o Hospital Garcia de Orta (HGO) é de tal dimensão quenem mesmo a unidade do Seixal vem resolver as necessidades das populações, caso não haja resposta dos centros de saúde”, considera Rui Martins. No entanto, o novo hospital do Seixal pode muito bem atenuar os efeitos de saturação do Garcia de Orta, num processo que demorou cerca de dez anos de reuniões entre as autarquias do eixo norte da Península de Setúbal, Almada, Seixal e Sesimbra e diversos ministros da Saúde. “Foram grandes jornadas de luta e nos últimos três anos, antes da actual ministra nada se avançou”, disse Alfredo Monteiro, presidente da autarquia seixalense.(...)
(...) Continuação na página 7 do Jornal da Região da Almada 187, de 1 a 7 de Setembro de 2009

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

PS QUER NOVO RITMO EM OEIRAS

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Marcos Perestrello aponta PS como única alternativa credível
De Lisboa para Oeiras. Marcos Perestrello, até há bem pouco tempo vice-presidente da Câmara de Lisboa, é o candidato do PS à autarquia de Oeiras. Aos 38 anos de idade, este advogado de profissão, membro do Secretariado Nacional socialista, integra o painel fixo do programa ‘Corredor do Poder’ da RTP, além de escrever uma crónica quinzenal no semanário Expresso. Candidata-se agora a Oeiras propondo um novo dinamismo, uma nova estratégia e uma nova exigência para o concelho".
Passou de vice-presidente da Câmara de Lisboa para candidato a Oeiras pelo PS, abdicando também de um possível lugar no Parlamento. O que o motivou a abraçar este desafio? Aceitei este desafio de grande responsabilidade por convicção. Oeiras tem um papel estratégico fundamental no desenvolvimento e competitividade da região de Lisboa. Está no centro da zona mais rica do país – o eixo Lisboa-Oeiras-Cascais e, apesar da evolução inegável dos últimos 20 anos, a verdade é que, nos últimos quatro, a autarquia de Oeiras perdeu capacidade de realização e entrou num ciclo de declínio e estagnação inaceitável, com graves prejuízos para a população. Estou muito empenhado em oferecer a Oeiras um novo impulso de progresso e modernidade, alicerçado num novo paradigma de gestão autárquica, que coloca as pessoas no centro das suas prioridades. Um projecto à altura dos desafios do tempo novo que vivemos.(...)
(...) Continuação nas páginas 6 e 7 do Jornal da Região da Oeiras 187, de 1 a 7 de Setembro de 2009.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Costa de Caparica, obras em bom ritmo

Praias já ganharam 400 mil metros cúbicos de areia
A intervenção nas praias da Costa da Caparica já resultou na colocação artificial de cerca de 400 mil metros cúbicos de novas areias, com a conclusão do enchimento das praias da ‘Saúde’, ‘Nova Praia’, ‘Praia Nova’, ‘Dragão Vermelho’, ‘Golfinho’ e ‘Tarquínio’, todas na zona sul. Esta intervenção, que arrancou a 5 de Agosto, e que tem por objectivo repor cerca de um milhão de metros cúbicos de areias oriundas da zona de cabeça do Pato, à saída do Tejo, está já a estender-se à parte norte da frente arenosa costeira da zona, nomeadamente às praias do ‘CDS’ e ‘São João’, esta última de maior amplitude. “Podemos dizer que estamos a 40 por cento das estimativas, sendo que o plano traçado em termos de 'timings' está a ser cumprido com grande rigor”, disse ao Jornal da Região José Manuel Proença, do INAG, a entidade responsável pela operação. No decurso da intervenção, que não deixou de gerar algum desconforto junto das entidades locais e dos turistas, por ter avançado em plena época estival, o INAG optou por “avançar com a montagem de duas linhas de dragagem e tem feito ligeiras adaptações técnicas entre uma e outra linha de obra, uma a sul e outra a norte”, de modo a poder ter concluídos os trabalhos até ao final e Setembro.
Já o ano passado, como havia sido referido pelo presidente do Instituto, Orlando Borges, as praias da Caparica ganharam “90 milmetros cúbicos de novas areias, acima do que era expectável”. De acordo com o caderno de encargos está ainda prevista uma nova intervenção no próximo ano, que, segundo José Manuel Proença, deverá “estabilizar definitivamente” os movimentos das areias, embora, confesse o técnico, “há ainda que esperar como as mesmas vão reagir durante o Inverno, já que se verificam sempre alguns índices de remoção”. As três fases desta intervenção visam, sobretudo, “calçar as areias”, de modo a evitar que as mesmas sejam transferidas para a zona adjacente dentro de água. “A ideia fundamental é proteger a costa e evitar ataque às dunas. Fazer com que a rebentação das marés ocorra em zona mais interior, dentro das águas. Não é propriamente criar mais praia”, explica o técnico do INAG.
(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Almada 186, de 25 a 31 de Agosto de 2009

segunda-feira, 20 de julho de 2009

CIDADÃOS EXIGEM LIMITES NO IC20

Cidadãos exigem vigilância
Dias depois da governadora civil de Setúbal, Eurídice Pereira, ter feito um apelo aos automobilistas para tentar travar o elevado índice de acidentes nas estradas da região, o presidente da Associação de Cidadãos Auto-mobilizados, Manuel João Ramos, aplaude a intenção da representante do Governo, mas alerta para a existência de estradas marcadas por excessos, onde os condutores “pouco ou nada são fiscalizados”. Entre os exemplos, está a via Almada-Costa de Caparica. Com efeito, admite Manuel João Ramos, o IC20 que ao longo dos anos vem sendo manchado por sucessivas tragédias, tendo mesmo umdos pontos negros do distrito, traduz “a típica estrada que precisa de um policiamento assíduo, mas agora fica mais complicado após a extinção da Brigada de Trânsito”. Segundo o dirigente, numa estrada de excessos como esta, onde não se registam problemas de sinalização, era imperial que os automobilistas se sentissem mais observados pelas forças de segurança. “Mas isso não acontece e depois as pessoas acabam por fazer perfeitos disparates ao volante com resultados trágicos”, sublinha, lamentando ainda que os carros-patrulha circulem à velocidade das restantes viaturas.(...)
(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Oeiras 183, de 14 a 20 de Julho de 2009

quarta-feira, 8 de julho de 2009

EMPREENDEDORISMO SOCIAL EM ACÇÃO

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Cinco projectos de empreendedorismo social reconhecidos pela importância a favor da comunidade
Uma escolinha de rugby que tem dado auto-estima a muitas dezenas de crianças de bairros desfavorecidos;umcentro de reabilitação e integração de deficientes gerador de oportunidades de negóciocomsucesso a nível material e pessoal;umlivro que permite quatro leituras a partir de outras tantas formas de expressão (regular, braille, linguagem gestual e pictogramas); um conceito de consumo de menor impacto ambiental que transforma objectos deitados foraemnovos produtos prontos a usar ou vender; e umcentro de educação empenhado em mostrar às crianças que uma alimentação saudável pode ser saborosa e divertida... Estes foram os cinco projectos de empreendedorismo social (ES), seleccionados de entre quase 200, distinguidos no âmbito de uma pesquisa pioneira de iniciativas de cariz social no concelho de Cascais, cujos resultados foram apresentados no passado dia 29, no Espaço Memória dos Exílios, no Estoril. Num evento tocado pelas emoções próprias do altruísmo, os mentores destes projectos – todas elas mulheres – foram homenageados com a entrega de certificados de mérito social ES+ por parte de figuras mediáticas de alguma forma ligadas às temáticas abrangidas: o capitão da selecção nacional de rugby, João Correia, o actor e autor do livro ‘Uma Vida Normal’ Paulo Azevedo, a jornalista Laurinda Alves, e o ‘chef’ José Avillez. O projecto “ES+ Mais Empreendedores Sociais” foi desenvolvido pelo Instituto de Empreendedorismo Social (IES) – criado em finais do ano passado – em parceria com a Câmara de Cascais, o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e oINSEAD(França), na sequência dos congressos de ES realizados em Cascais desde 2007. Durante meses, os técnicos do IES, supervisionados por professores universitários nacionais e internacionais, cruzaram o concelho à procura das melhores ideias e práticas existentes nesta área. Com o apoio de 45 observadores privilegiados, identificaram 187 iniciativas de ES, depois de “muitas entrevistas com lágrimas, gente a falar com o coração”, como testemunhou Rita Megre, daquele instituto.(...)
(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Cascais 182, de 7 a 13 de Julho de 2009

terça-feira, 30 de junho de 2009

"SINTRA PRIVILEGIOU APOIO SOCIAL"

Em entrevista concedida a propósito do Dia do Município, que se assinalou esta segunda-feira, o presidente da Assembleia Municipal, Ângelo Correia, reflecte sobre a realidade do concelho justifica o menor investimento ao nível de equipamentos
A Assembleia Municipal é, por natureza, um órgão fiscalizador do executivo municipal. Essa fiscalização em Sintra tem sido eficaz?
A lei portuguesa, domeu ponto de vista, é pouco precisa e ambiciosa no que diz respeito à fiscalização dos órgãos municipais, na exacta medidaemque se compararmos a relação parlamento/-governo e assembleias/executivos municipais há, claramente, uma dissonância: O Parlamento tem mais poderes em relação ao Governo do que a assembleia municipal no caso do executivo. Por isso, dentro desse contexto que é limitado e limitativo (que a longo prazo devíamos alterar), a Assembleia Municipal de Sintra tem exercido umamissão de diagnóstico, análise e crítica do executivo. E tem assumido essa postura de modo transparente, claro e permanente.
Que alterações preconiza a este nível a legislação autárquica?
É da Assembleia Municipal que deve sair o executivo municipal: há uma lista clara para o executivo municipal, dirigido por um potencial presidente. Cada partido apresenta o seu e, depois consoante o número de votos que se expressam na assembleia municipal, assim se gere o município. O município tem de ser gerido de acordo com equilíbrios políticos estabelecidos na assembleia municipal, ou seja, se a assembleia municipal for dominada por uma força política, é natural que o executivo seja monocolor. Se existir um partido minoritário, e se fizer coligação com outro, então o executivo projecta essa participação. O executivo deve reflectir os equilíbrios estabelecidos no seio da assembleia municipal.
Mas, no actual quadro de competências e de poderes, que balanço faz da actividade da Assembleia Municipal de Sintra?
Não houve razões fundamentais para estar insatisfeito. As assembleias desenvolveram-se com civismo. Os munícipes participaram em todas as sessões com intensidade. No quadriénio, sentimos dois ou três grandes problemas. Tivemos o problema dos postes de alta tensão, que sentimos como vital. Sentimos como importante algumas obras municipais, em que houve munícipes a reclamarem. E a questão da educação, em que houve também uma incidência muito forte das petições e das exposições à assembleia municipal. Foram sempre presentes de um modo satisfatório, célere e transparente. Penso que raramente houve críticas mal-intencionadas. Todos os partidos desempenharam com eficiência e seriedade o seu mandato. Raramente senti aquilo que se possa considerar uma atitude mais imprópria, mais insensata, o que é positivo para a democracia.(...)
(...) Continuação nas páginas 8 e 9 do Jornal da Região da Cascais 181, de 30 de Junho a 6 de Julho de 2009.