terça-feira, 14 de abril de 2009

UTENTES EXIGEM HOSPITAL DE SINTRA

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Para assinalar o Dia Mundial da Saúde (7 de Abril), a Comissão de Utentes da Saúde saiu à rua para reivindicar mais investimentos no sector, em particular a construção de um hospital. Entretanto, o Governo deu posse aos directores dos novos agrupamentos de centros de saúde

Para prestarummelhor serviço aos utentes, assente em princípios de humanização e proximidade, tomaram posse, na passada quinta-feira, os directores executivos dos agrupamentos de centros de saúde (ACES), uma nova estrutura que resulta da reforma dos cuidados primários de saúde. Os ACES vão dispor de "autonomia administrativa e técnica para implementar soluções que respondam às necessidades dos utentes", esclarece o Ministério da Saúde, que traça como meta "uma melhoria da eficácia, que se traduza num aumento da qualidade e também da quantidade dos cuidados prestados, garantindo mais consultas médicas, mais actos de enfermagem e mais cuidados domiciliários". Objectivos que assumem maior relevância no concelho de Sintra, onde se estima que cerca de 125 mil utentes não disponham de médico de família.(...)

...) Continuação nas páginas 8 e 9 do Jornal da Região da Sintra 169, de 7 a 13 de Abril de 2009

quarta-feira, 25 de março de 2009

"ESTOU AQUI PARA GANHAR"

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Jorge Pedroso de Almeida, candidato do PSD à Câmara de Almada, apresenta os seus propósitos em entrevista
O homem de confiança do PSD para disputar as eleições autárquicas em Almada, afirma-se como alternativa à actual gestão camarária liderada pela CDU e espera levar o seu partido à presidência da autarquia. Em entrevista, fala de apostas e expectativas para as eleições, bem como das suas pretensões enquanto candidato. Jorge Pedroso de Almeida garante que o objectivo é lutar pela vitória e que "em Almada o tempo é de mudança". Contudo, reconhece alguns méritos e a obra feita por Maria Emília de Sousa, mas garante ser capaz de fazer melhor. "Queremos ter uma Almada diferente, com vida própria", refere.
(...) Continuação na página 8 e 9 do Jornal da Região da Almada 167, de 24 a 30 de Março de 2009

quarta-feira, 18 de março de 2009

TRAFARIA - VOLUNTÁRIOS AJUDAM SEM-ABRIGOS

Para contrariar os efeitos da crise junto da população mais desfavorecida, grupo de 50 voluntários vai criar, na Trafaria, uma casa de apoio aos sem-abrigo. Ali haverá comida, cama e roupa lavada
É pelas mãos de uma equipa de voluntários, constituída actualmente por cerca de 50 pessoas, que irá nascer, na Trafaria, uma casa de apoio aos sem-abrigo.O projecto está na sua fase inicial, mas, na Rua dos Bombeiros Voluntários da Trafaria, já se pressentem os ventos da mudança. A partir das instalações degradadas de uma antiga vacaria, património histórico do concelho, está já a ser construído um albergue com capacidade temporária para 25 sem-abrigo. Segundo Bira Gomes, mentor do projecto, na base está um trabalho voluntário desenvolvido há aproximadamente quatro anos. Pelas ruas de Lisboa, Praça do Comércio, Cais do Sodré e Martim Moniz, às terças-feiras à noite, “um conjunto de pessoas leva comida quente, roupa e apoio psicológico aos sem-abrigo que por lá se encontram”, afirma. “Propusemo-nos a levar não só alimentos e roupa, mas também apoio psicológico porque muitas destas pessoas estão num verdadeiro emaranhado, num labirinto criado pelas circunstâncias da vida, pelas desigualdades e por motivos que nós não sabemos”, acrescenta. Inicialmente eram apenas “quatro ou cinco pessoas”, mas rapidamente conseguiram reunir um conjunto de voluntários em torno da causa. Pessoas que considera serem “autênticos guerreiros”. “Muitas acordam às cinco da manhã e, depois de um dia inteiro de trabalho, encontram-se connosco e voltam para casa às três ou quatro da madrugada”, sublinha.
(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Oeiras 166, de 17 a 23 de Março de 2009

quarta-feira, 4 de março de 2009

Parquímetros polémicos em Linda-a-Velha

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Zona de Estacionamento de Duração Limitada alargada esta semana

Está definitivamente instalado o caos automobilístico em Linda-a-Velha. É desta forma que começa a exposição de um abaixo-assinado enviado à Câmara de Oeiras, àAssembleia Municipal, à Junta de Freguesia de Linda-a-Velha e à Parques Tejo a propósito da entrada em funcionamento dos parquímetros no Largo da Lagoa. Uma recolha de assinaturas que surgiu numa altura em que já estavam a ser colocadas novas máquinas na Rua de Ceuta e noutras artérias limítrofes, encerrando assim a Zona de Estacionamento de Duração Limitada (ZEDL) no espaço público compreendido entre a Alameda António Sérgio e a Avenida Carolina Michaëlis. No abaixo-assinado, os moradores e os trabalhadores das zonas afectadas pela introdução de parquímetros deixam claro não serem contra o conceito de estacionamento pago, “apenas acreditam que o mesmo deve ser aplicado em lugares e circunstâncias onde faça sentido e revele utilidade pública”. Com a entrada em funcionamento de novos parquímetros, a situação agravou-se. “Os parques e bolsas de estacionamento encontram-se agora vazios, mas o número de carros na zona é o mesmo. Os parquímetros potenciaram o estacionamento imaginativo, criaram problemas aos residentes e barreiras aos seus visitantes e prejudicam fortemente todos os estabelecimentos comerciais da zona e os seus trabalhadores”. É desta forma que as centenas de subscritores do documento solicitam a “retirada dos parquímetros na Rua Diogo Couto, Avenida Carolina Michaëlis, Largo da Lagoa e redondezas”. A falta de informação é outra das reclamações, principalmente dos residentes da Rua de Ceuta, surpreendidos na passada semana com a entrada em funcionamento dos parquímetros. “Nunca nos foi colocado um aviso no prédio, por isso nem sabemos se temos direito a estacionar gratuitamente”, lamenta um morador.

segunda-feira, 2 de março de 2009

POLIS POR CONCLUIR NO CACÉM

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Recursos municipais vão terminar a ligação pedonal entre o Parque Urbano da Bela Vista e o Parque Linear

A conclusão da ligação pedonal entre o Parque Urbano da Bela Vista e o Parque Linear da Ribeira das Jardas vai ser concretizada com recurso a financiamento camarário, adiantou ao JR o presidente da Junta de Freguesia do Cacém (JFC), José Faustino. "Será descentralizada uma verba para a Junta de Freguesia que irá lançar o concurso e adjudicar a empreitada, respeitante à conclusão da ligação pedonal, a construção do estacionamento a norte à Praceta João de Deus e a requalificação da própria praceta", enuncia o autarca, embora prefira não avançar com previsões quanto ao arranque e conclusão das obras. "Tem havido todo o empenho e manifestação de vontade, da nossa parte, para que as coisas sejam feitas o mais rapidamente possível, porque este local parece uma zona de estaleiro de obras", acrescenta José Faustino, que lamenta que esta intervenção seja um dos trabalhos que ficou por concluir pela sociedade CacémPolis, que entretanto cessou a sua actividade no final de 2008. "Agora, terá de sercomrecursos do próprio município a realização de algumas obras por concluir", reforça o autarca, desiludido com a falta de verbas que impediu a conclusão de algumas intervenções de requalificação urbana. No caso da ligação pedonal entre os parques, por exemplo, "está impedido um pouco do trajecto que as pessoas podiam fazer, ou seja, usufruir deste espaço de lazer na plenitude não está a ser feito". A par desta obra, na mesma área, será construído o tal estacionamento a norte à Praceta João de Deus, com capacidade para 50 viaturas, que vai servir como apoio aos moradores e ao próprio parque urbano.(...)

(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Sintra 164, de 3 a 9 de Março de 2009

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

ESTRADAS DA MORTE

Governo Civil de Setúbal identifica pontos negros nas estradas da região e conclui que a maioria dos acidentes registam-se no interior das localidades. Câmaras têm agora dados concretos para intervir
O município de Almada vai receber do Governo Civil de Setúbal um relatório a indicar quais os pontos do concelho onde se registam mais acidentes rodoviários. Os números ainda não são conhecidos, mas já se sabe que cerca de 65 por cento dos casos acontecem dentro das localidades. Os relatórios de sinistralidade rodoviária elaborados pelo recém-criado Observatório Distrital de Segurança Rodoviária, para cada um dos 13 concelhos do distrito de Setúbal, apontam que “a maioria do acidentes ocorrem dentro das localidades”. Trata-se de um documento que a governadora civil, Eurídice Pereira, anunciou em Junho do ano passado, e está agora a ser ultimado. Embora não avance ainda números concretos, revela que 65 por cento dos acidentes acontecem à porta de casa. Segundo Eurídice Pereira, uma das prioridades do seu mandato é o combate à sinistralidade rodoviária, daí surgiu a necessidade de criar o Observatório Distrital de Segurança Rodoviária, instrumento de partilha e “uma mais-valia na troca de informação” entre todos os agentes envolvidos nesta problemática. Ao criar uma matriz única entre as forças policiais, o trabalho fica muito mais facilitado, já que a partir de agora os relatórios irão “incluir o número de polícia e o local exacto do acidente”, assim deixará de ser assinalado “apenas com o nome da rua ou avenida” e passarão a ser utilizadas outros pontos de referência como os números de porta dentro das localidades, entre outros, permitindo assim uma localização mais pormenorizada do local da ocorrência.(...)
(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Almada 163, de 24 de Fevereiro a 2 de Março de 2009

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

NOVO HOSPITAL AVANÇA A BOM RITMO

Urgências com ‘vias verdes’ Urgências com equipas em permanência e “vias verdes” destinadas a canalizar doentes para as unidades funcionais da respectiva especialidade, ou a organização dos serviços em apenas cinco grandes departamentos de forma a racionalizar a gestão de camas, são apenas algumas das apostas do grupo Hospitais Privados de Portugal (HPP Saúde) para o futuro Hospital de Cascais, em construção desde há um ano em Alcabideche, e que deverá ser inaugurado em Fevereiro do próximo ano. Até lá, aquele grupo assegura a administração do actual hospital com algumas reformas e investimentos assumidamente “mínimos” que incluem a “humanização dos espaços”, a “concentração de alguns serviços”, mudanças de circuitos nas urgências e, ainda, a aquisição de alguns equipamentos para as duas novas especialidades que, por obrigação contratual, já estão a ser aplicadas (dermatologia e neurologia) - às quais se juntarão, no futuro hospital, outras duas novidades: psiquiatria e urologia. Contudo, só no segundo semestre haverá repercussão verificável destas reformas e o presidente da nova administração, José Miguel Boquinhas, reconheceu, na apresentação da nova unidade de saúde do grupo HPP, realizada recentemente, que “para este primeiro ano os objectivos são muito pouco ambiciosos como é natural nestes casos”. Mais ainda tendo em conta as limitações encontradas. É que, segundo fez notar, “embora tenha havido uma grande evolução do modelo de gestão pública, o hospital antigo tem deficiências muito grandes”, não só a antiguidade e a própria concepção arquitectónica, mas também “despesas e ineficiências que não estávamos à espera”.(...)
(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Cascais 163, de 24 de Fevereiro a 2 de Março de 2009