terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Parquímetros ganham terreno

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Estacionamento tarifado vai ser implementado em Mem Martins, Queluz e Monte Abraão Mem Martins, Queluz e Monte Abraão vão dispor, nos próximos meses, de zonas de estacionamento tarifado. Os regulamentos específicos de estacionamento de duração limitada, recentemente apreciados pelo executivo municipal, vão ser submetidos a apreciação pública pelo período de 30 dias, para posterior aprovação pela Assembleia Municipal. As intenções camarárias residem na colocação de parquímetros nas três freguesias, como sinónimo de “estacionamento ordenado” nas áreas urbanas e consequente melhoria da circulação rodoviária. A introdução de estacionamento tarifado é ainda justificado com a necessidade de receitas camarárias, “assim se disponibilizando recursos financeiros para a prossecução de novos investimentos na melhoria das condições de mobilidade dos munícipes”. Em MemMartins, as artérias abrangidas compreendem as zonas envolventes à estação ferroviária, desde a Avenida Chaby Pinheiro à Avenida da Belavista, incluindo a Estrada de Mem Martins e a zona de Fanares. Se em Monte Abraão abrange 22 artérias, em Queluz o estacionamento tarifado será dividido em quatro áreas específicas: Estação, Alameda, Mercado e Av. Miguel Bombarda. Em qualquer destas zonas específicas, que se juntam às existentes na sede do concelho (Estefânea, Vila e Portela), o parqueamento será sujeito a pagamento entre as 8h00 e as 19h00, aos dias úteis, e entre as 8h00 e as 13h00, aos sábados. Nas denominadas zonas de alta rotação, as tarifas variam de 0,20 euros, pelo período de 15 minutos, até um máximo de 4,50 euros. Os moradores têm direito a estacionamento gratuito, através do cartão de residente, podendo adquirir um segundo por 25 euros e um terceiro por 200 euros(...) (...) Continuação na página 9 do Jornal da Região da Sintra 157, de 13 a 19 de Janeiro de 2009

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

METRO EM CACILHAS TRÊS ANOS DEPOIS

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Ministro Mário Lino inaugura último troço da 1.ª fase do Metro Sul do Tejo e promete extensão da linha ao Seixal, Barreiro e Costa da Caparica. Utentes recusam pagar mais para utilizar o metro A primeira fase do Metro Sul do Tejo (MST) ficou completa, com a inauguração do troço entre Cacilhas e a Cova da Piedade, realizada nesta quarta-feira. Este é umprojecto “moderno e ambicioso de promoção da intermodalidade”, que vai contribuir para a “melhoria da capacidade e qualidade dos transportes colectivos, reforço da aposta no ambiente e na mobilidade sustentável e aumento da procura dos transportes públicos”, frisou o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, durante a cerimónia de inauguração. Seixal, Barreiro e Caparica na mira de Lino Depois da inauguração do troço Corroios-Cova da Piedade, a 30 de Abril do ano passado, e do troço Cova da Piedade-Pragal-Universidade, a 15 de Dezembro de 2007, a primeira fase fica concluída, representando um investimento global de 400 milhões de euros, comparticipados em 260 milhões de euros pelo Orçamento de Estado e em 74 milhões de euros por fundos comunitários. Foram 400 milhões “bem empregues”, uma vez que são “maiores os benefícios do que os custos”, realçou Mário Lino, que falava após a viagem inaugural entre Corroios e Cacilhas, numa tenda montada junto à estação de Cacilhas.(...) (...) Continuação nas páginas 8 e 9 do Jornal da Região da Oeiras 153, de 25 de Novembro a 1 de Dezembro de 2008

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

OEIRAS - COMÉRCIO LOCAL VIVE DIAS DIFÍCEIS

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Numa altura em que um estudo divulgou que as famílias portuguesas deverão moderar as suas compras na quadra natalícia e gastar este ano menos 4,8% do que em 2007, a Associação Comercial e Empresarial dos Concelhos de Oeiras e Amadora (ACECOA) está preocupada com as graves dificuldades que atravessa o comércio tradicional. "Temos sido muito procurados por comerciantes com graves problemas financeiros. Em Algés, por exemplo, das cerca de 400 lojas, quase que arrisco dizer que à volta de 10% correm o risco de fechar", alerta o presidente da associação, João Antunes. "Há pessoas com penhoras accionadas e, infelizmente, a única coisa que podemos fazer é dar apoio jurídico", acrescenta. Sem mais meios para ajudar, à associação apenas resta sensibilizar a população para que compre no comércio tradicional, ajudando a dinamizar os centros históricos.(...) (...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Oeiras 152, de 18 a 24 de Novembro de 2008

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

ALMADA - BAIXA VIRA CENTRO COMERCIAL

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Campanha promove lojas locais depois das obras Com a entrada em funcionamento da última fase, prevista, do Metro Sul do Tejo (MST) em Almada, o comércio no centro da cidade vai ganhar novo élan. Assim esperam comerciantes e a autarquia que têm na rua a campanha para o lançamento da marca que introduz um novo conceito de comércio local. “Finalmente” surge em cerca de meia centena de pontos publicitários da cidade e promove “Almada Centro Shopping e Lazer”. A ideia de criar um centro comercial ao ar livre partiu da Delegação de Almada da Associação de Comércio e Serviços do Distrito de Setúbal e foi apoiada pela autarquia que contratou o designar Henrique Cayatte para conceber o conceito, amarca, e a campanha de comunicação. A campanha vai aproveitar o arranque da época de Natal, tendo este ano a autarquia reforçado as iniciativas. Um investimento total que a presidente da Câmara, Maria Emília de Sousa, calcula, por alto, na ordem dos 700 mil euros, mas que admite poderem ser recuperados através de apoios. Assim, com a inauguração do MST marcada para o próximo dia 26, os comerciantes contam que o centro da cidade ganhe nova vida. “Com o metro o comércio vai ter êxito”, afirma o presidente da delegação de Almada da ACSDS. Luís Henriques lembra que os comerciantes “passaram por comércio local afectado pelas obras do metro. “Reunimos com os deputados de todos os grupos uma crise, mas não são pessoas para virarem as costas”. Só lamenta que o Governo não tenha atendido, ainda, ao pedido de 12,5 milhões de euros feito pela associação para ressarcir oparlamentares e dissemos que os comerciantes precisavam de ajuda financeira para atenuar os prejuízos causados pelas obras, mas ainda não obtivemos resposta”... (...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Almada 151, de 11 a 17 de Novembro de 2008

terça-feira, 11 de novembro de 2008

TUDO A BRILHAR NOS BAIRROS SOCIAIS - CASCAIS

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A Empresa de Gestão do Parque Habitacional do Município de Cascais quer dar uma nova vida aos bairros sociais, sensibilizando os moradores para a importância de manterem limpos os espaços comuns e as suas habitações Sensibilizar os moradores dos bairros sociais para a importância de manterem as suas habitações e espaços comuns limpos e cuidados é o principal objectivo do projecto social "Tudo a Brilhar", que será apresentado esta quarta-feira no Bairro Mata da Torre, na freguesia de São Domingos de Rana. A iniciativa da Empresa de Gestão do Parque Habitacional do Município de Cascais EMGHA) e do Minipreço vai ter a duração de um ano, e irá visitar 624 fogos e acompanhar de perto 115 famílias e 74 lotes dos bairros sociais do município de Cascais. O arranque deste projecto-piloto tem lugar assim no Bairro Mata da Torre e deverá contar com as presenças do presidente da Câmara, António Capucho, e do vereador da Acção Social, Manuel de Andrade, bem como representantes das entidades promotoras do “Tudo a Brilhar”: EMGHA e Minipreço. As famílias dos 36 lotes deste bairro serão as primeiras a receber os kits de limpeza, com todos os produtos para manutenção dos seus espaços habitacionais. Em declarações ao JR, Maria da Conceição Carp, presidente do conselho de administração da EMGHA, sublinhou que “a entrega de kits de limpeza é uma forma simbólica de demonstrarmos a nossa preocupação para que todos se sintam bem nas suas habitações, e possam sentir-se bem no ambiente em que vivem”... (...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Cascais 151, de 11 a 17 de Novembro de 2008

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

SINTRA - ESCOLAS DE 2.º E 3.º CICLOS SOB TUTELA MUNICIPAL

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No início de 2009, a gestão das escolas de 2.º e 3.º ciclos passa para o município, que assume novas competências ao nível do parque escolar e do pessoal não docente. Ficam, porém, seis estabelecimentos de ensino fora do acordo Omunicípio de Sintra vai assumir a gestão das escolas de 2.º e 3.º ciclos, no âmbito da transferência de competências para as autarquias em matéria de educação. Após um impasse nas negociações comoMinistério da Educação, o executivo camarário aprovou, por unanimidade, os termos do contrato que estabelece as condições da transferência, nomeadamente nas áreas do pessoal não docente e da gestão do parque escolar. Com efeitos a partir do início de 2009, o município vai ficar responsável pela gestão dos funcionários dos estabelecimentos de ensino, o que corresponde a 879 auxiliares de acção educativa e 202 administrativos, embora este número possa ainda aumentar na sequência da contratação de mais pessoal até ao final do corrente ano. Em relação à manutenção do parque escolar, a Câmara de Sintra decidiu não assumir a gestão de seis escolas, as EB 2.3 António Sérgio (Agualva), D. Domingos Jardo (Mira Sintra), D. Pedro IV (Monte Abraão), Maria Alberta Menéres (Tapada das Mercês), Ruy Belo (Monte Abraão) e Rui Grácio (Montelavar), por considerar que não reúnem as condições mínimas ao nível da conservação. Neste caso, o município só assumirá as competências após a realização de obras de requalificação por parte do Ministério da Educação(...) (...) Continuação na página 9 do Jornal da Região da Sintra 150, de 4 a 10 de Novembro de 2008

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

FAMÍLIAS APRENDEM A GERIR ORÇAMENTO

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DECO ensina alguns truques para equilibrar orçamento Mãe solteira de três meninas, Esperança Bastos, moradora na freguesia de Paço de Arcos e com 38 anos, foi uma das participantes na sessão de esclarecimento sobre "Endividamento Familiar", promovida no último sábado pelo Centro Comunitário Alto da Loba. "Tenho um rendimento mensal de 400 euros, o apoio deste centro e da Segurança Social e venho tentar aprender a gerir este dinheiro para não passar dificuldades", confidenciou ao JR. Mais problemática é a situação de Ana Teixeira, 40 anos, também mãe solteira de dois filhos. "Este é umassunto que me preocupa bastante porque o facto de estar desempregada é uma dificuldade acrescida", assume. Dificuldades que não passaram despercebidas no Centro Comunitário Alto da Loba. "Começámos a apercebermo-nos de um crescente número de famílias que têm dificuldades em gerir o seu orçamento", salienta Elisa Rodrigues, assistente social, acreditando que acções como esta podem dar a estas famílias "instrumentos para ultrapassarem as suas dificuldades". E, numa altura em que se fala tanto de crise, não foi de estranhar a massiva participação na sessão. Para Natália Nunes, do Gabinete de Apoio ao Sobreendividado daDECO (Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor), existem alguns truques simples para equilibrar o orçamento familiar. Dicas transmitidas aos mais de 30 participantes da sessão. "Ensinámos, desde logo, a fazerem o seu orçamento familiar", começa por explicar. "É uma operação muito simples: pegar numa folha em branco, dividi-la ao meio, de um lado colocam aquilo que recebem e do outro aquilo que gastam", explica. "O que nos apercebemos é que a maior parte das famílias portuguesas não fazem essa operação, não sabem quanto é que gastam por mês em cafés, na compra de revistas, entre outras coisas", lamenta.(...) (...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Oeiras 149, de 28 de Outubro a 3 de Novembro de 2008