quarta-feira, 19 de novembro de 2008

OEIRAS - COMÉRCIO LOCAL VIVE DIAS DIFÍCEIS

Ver edição completa Apesar da proximidade do Natal, comerciantes estão apreensivos com quebra nas vendas
Numa altura em que um estudo divulgou que as famílias portuguesas deverão moderar as suas compras na quadra natalícia e gastar este ano menos 4,8% do que em 2007, a Associação Comercial e Empresarial dos Concelhos de Oeiras e Amadora (ACECOA) está preocupada com as graves dificuldades que atravessa o comércio tradicional. "Temos sido muito procurados por comerciantes com graves problemas financeiros. Em Algés, por exemplo, das cerca de 400 lojas, quase que arrisco dizer que à volta de 10% correm o risco de fechar", alerta o presidente da associação, João Antunes. "Há pessoas com penhoras accionadas e, infelizmente, a única coisa que podemos fazer é dar apoio jurídico", acrescenta. Sem mais meios para ajudar, à associação apenas resta sensibilizar a população para que compre no comércio tradicional, ajudando a dinamizar os centros históricos.(...) (...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Oeiras 152, de 18 a 24 de Novembro de 2008

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

ALMADA - BAIXA VIRA CENTRO COMERCIAL

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Campanha promove lojas locais depois das obras Com a entrada em funcionamento da última fase, prevista, do Metro Sul do Tejo (MST) em Almada, o comércio no centro da cidade vai ganhar novo élan. Assim esperam comerciantes e a autarquia que têm na rua a campanha para o lançamento da marca que introduz um novo conceito de comércio local. “Finalmente” surge em cerca de meia centena de pontos publicitários da cidade e promove “Almada Centro Shopping e Lazer”. A ideia de criar um centro comercial ao ar livre partiu da Delegação de Almada da Associação de Comércio e Serviços do Distrito de Setúbal e foi apoiada pela autarquia que contratou o designar Henrique Cayatte para conceber o conceito, amarca, e a campanha de comunicação. A campanha vai aproveitar o arranque da época de Natal, tendo este ano a autarquia reforçado as iniciativas. Um investimento total que a presidente da Câmara, Maria Emília de Sousa, calcula, por alto, na ordem dos 700 mil euros, mas que admite poderem ser recuperados através de apoios. Assim, com a inauguração do MST marcada para o próximo dia 26, os comerciantes contam que o centro da cidade ganhe nova vida. “Com o metro o comércio vai ter êxito”, afirma o presidente da delegação de Almada da ACSDS. Luís Henriques lembra que os comerciantes “passaram por comércio local afectado pelas obras do metro. “Reunimos com os deputados de todos os grupos uma crise, mas não são pessoas para virarem as costas”. Só lamenta que o Governo não tenha atendido, ainda, ao pedido de 12,5 milhões de euros feito pela associação para ressarcir oparlamentares e dissemos que os comerciantes precisavam de ajuda financeira para atenuar os prejuízos causados pelas obras, mas ainda não obtivemos resposta”... (...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Almada 151, de 11 a 17 de Novembro de 2008

terça-feira, 11 de novembro de 2008

TUDO A BRILHAR NOS BAIRROS SOCIAIS - CASCAIS

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A Empresa de Gestão do Parque Habitacional do Município de Cascais quer dar uma nova vida aos bairros sociais, sensibilizando os moradores para a importância de manterem limpos os espaços comuns e as suas habitações Sensibilizar os moradores dos bairros sociais para a importância de manterem as suas habitações e espaços comuns limpos e cuidados é o principal objectivo do projecto social "Tudo a Brilhar", que será apresentado esta quarta-feira no Bairro Mata da Torre, na freguesia de São Domingos de Rana. A iniciativa da Empresa de Gestão do Parque Habitacional do Município de Cascais EMGHA) e do Minipreço vai ter a duração de um ano, e irá visitar 624 fogos e acompanhar de perto 115 famílias e 74 lotes dos bairros sociais do município de Cascais. O arranque deste projecto-piloto tem lugar assim no Bairro Mata da Torre e deverá contar com as presenças do presidente da Câmara, António Capucho, e do vereador da Acção Social, Manuel de Andrade, bem como representantes das entidades promotoras do “Tudo a Brilhar”: EMGHA e Minipreço. As famílias dos 36 lotes deste bairro serão as primeiras a receber os kits de limpeza, com todos os produtos para manutenção dos seus espaços habitacionais. Em declarações ao JR, Maria da Conceição Carp, presidente do conselho de administração da EMGHA, sublinhou que “a entrega de kits de limpeza é uma forma simbólica de demonstrarmos a nossa preocupação para que todos se sintam bem nas suas habitações, e possam sentir-se bem no ambiente em que vivem”... (...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Cascais 151, de 11 a 17 de Novembro de 2008

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

SINTRA - ESCOLAS DE 2.º E 3.º CICLOS SOB TUTELA MUNICIPAL

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No início de 2009, a gestão das escolas de 2.º e 3.º ciclos passa para o município, que assume novas competências ao nível do parque escolar e do pessoal não docente. Ficam, porém, seis estabelecimentos de ensino fora do acordo Omunicípio de Sintra vai assumir a gestão das escolas de 2.º e 3.º ciclos, no âmbito da transferência de competências para as autarquias em matéria de educação. Após um impasse nas negociações comoMinistério da Educação, o executivo camarário aprovou, por unanimidade, os termos do contrato que estabelece as condições da transferência, nomeadamente nas áreas do pessoal não docente e da gestão do parque escolar. Com efeitos a partir do início de 2009, o município vai ficar responsável pela gestão dos funcionários dos estabelecimentos de ensino, o que corresponde a 879 auxiliares de acção educativa e 202 administrativos, embora este número possa ainda aumentar na sequência da contratação de mais pessoal até ao final do corrente ano. Em relação à manutenção do parque escolar, a Câmara de Sintra decidiu não assumir a gestão de seis escolas, as EB 2.3 António Sérgio (Agualva), D. Domingos Jardo (Mira Sintra), D. Pedro IV (Monte Abraão), Maria Alberta Menéres (Tapada das Mercês), Ruy Belo (Monte Abraão) e Rui Grácio (Montelavar), por considerar que não reúnem as condições mínimas ao nível da conservação. Neste caso, o município só assumirá as competências após a realização de obras de requalificação por parte do Ministério da Educação(...) (...) Continuação na página 9 do Jornal da Região da Sintra 150, de 4 a 10 de Novembro de 2008

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

FAMÍLIAS APRENDEM A GERIR ORÇAMENTO

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DECO ensina alguns truques para equilibrar orçamento Mãe solteira de três meninas, Esperança Bastos, moradora na freguesia de Paço de Arcos e com 38 anos, foi uma das participantes na sessão de esclarecimento sobre "Endividamento Familiar", promovida no último sábado pelo Centro Comunitário Alto da Loba. "Tenho um rendimento mensal de 400 euros, o apoio deste centro e da Segurança Social e venho tentar aprender a gerir este dinheiro para não passar dificuldades", confidenciou ao JR. Mais problemática é a situação de Ana Teixeira, 40 anos, também mãe solteira de dois filhos. "Este é umassunto que me preocupa bastante porque o facto de estar desempregada é uma dificuldade acrescida", assume. Dificuldades que não passaram despercebidas no Centro Comunitário Alto da Loba. "Começámos a apercebermo-nos de um crescente número de famílias que têm dificuldades em gerir o seu orçamento", salienta Elisa Rodrigues, assistente social, acreditando que acções como esta podem dar a estas famílias "instrumentos para ultrapassarem as suas dificuldades". E, numa altura em que se fala tanto de crise, não foi de estranhar a massiva participação na sessão. Para Natália Nunes, do Gabinete de Apoio ao Sobreendividado daDECO (Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor), existem alguns truques simples para equilibrar o orçamento familiar. Dicas transmitidas aos mais de 30 participantes da sessão. "Ensinámos, desde logo, a fazerem o seu orçamento familiar", começa por explicar. "É uma operação muito simples: pegar numa folha em branco, dividi-la ao meio, de um lado colocam aquilo que recebem e do outro aquilo que gastam", explica. "O que nos apercebemos é que a maior parte das famílias portuguesas não fazem essa operação, não sabem quanto é que gastam por mês em cafés, na compra de revistas, entre outras coisas", lamenta.(...) (...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Oeiras 149, de 28 de Outubro a 3 de Novembro de 2008

terça-feira, 28 de outubro de 2008

OBRAS PARADAS NA NOVA JUNTA

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Instalada em dois andares de um imóvel sem condições para as funções autárquicas, a Junta de Santa Maria e São Miguel há muito aguarda por nova sede. Mas, a requalificação da ‘Vivenda Cambournac’ está agora paralisada É necessário uma maior articulação entre a Câmara de Sintra e as juntas de freguesia. O alerta provém do presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria e São Miguel (JFSMSM), Eduardo Casinhas, para quem "devia haver uma maior articulação entre os departamentos responsáveis por algumas obras, as que têm visibilidade e de que os fregueses têm carência, com os presidentes de junta para se tipificar aquilo que será urgente". Os eleitos das juntas de freguesia estão mais próximos dos anseios as populações, mas "depois não se utiliza este conhecimento dos autarcas para se definirem prioridades nas obras", lamenta Eduardo Casinhas, que se manifesta também preocupado comas consequências inerentes à fixação de objectivos consagrada no Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho na Administração Pública (SIADAP), porque já recebeu respostas de serviços da Câmara de que "determinada intervenção ‘não está nos nossos objectivos’ e ‘não podemos fazer isso porque nos foram fixados objectivos’". "É importante os objectivos serem articulados, nomeadamente ao nível dos departamentos de Obras Municipais (DOM), Ambiente e Intervenção Local e outros com intervenção directa nas freguesias, com os presidentes de junta, para consensualizar o que é importante para a freguesia", acentua o presidente da junta(...) (...) Continuação nas páginas 8 e 9 do Jornal da Região da Sintra 149, de 28 de Outubro a 3 de Novembro de 2008

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

PARQUE SANTA CRUZ EXIGE TRANSPORTE

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Algumas centenas de famílias da freguesia de Carnaxide não dispõem de serviço de transportes públicos na área onde residem Algumas largas dezenas de famílias que habitam o condomínio Parque Santa Cruz, a par dos moradores da zona de moradias situada entre o hospital e a nova área comercial de Carnaxide, não dispõem de qualquer sistema de transporte colectivo. "É lamentável estarmos numa zona a 600 metros do hospital e a outros tantos do Media Market e do Centro Comercial Alegro e não termos qualquer tipo de transporte", sublinha Filomena Figueiredo, uma residente naquele condomínio. "As nossas crianças têm necessariamente de ser transportados pelos pais, apesar de já terem idade para irem sozinhas para a escola, porque se trata de uma zona isolada e, quando chove ou faz muito calor, é impraticável fazer o caminho a pé", acrescenta. Sem qualquer alternativa de transporte, o autocarro que passa mais perto da urbanização é o 114 da Vimeca, rumo à Amadora, e cuja paragem se situa na Estrada da Amadora, a escassos metros do condomínio. Porém, a escassez de metros não se traduz em facilidade de acesso. "Entre os prédios e a paragem do autocarro, existe um grande morro que, no Inverno, é impossível transpor atendendo à quantidade de lama. Se contornarmos o caminho, temos que percorrer algumas centenas de metros por uma estrada sem quaisquer passeios para os peões", acrescenta uma trabalhadora na zona.(...) (...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Oeiras 148, de 21 a 27 de Outubro de 2008