quarta-feira, 8 de outubro de 2008

TRAFARIA PROCURA INVESTIMENTOS

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Planos de pormenor em marcha A Câmara de Almada quer levar a discussão pública ainda este ano os três planos de pormenor mais complexos que estão a ser traçados para a freguesia da Trafaria (Torrão, Abas da Raposeira e São João da Caparica). Ao mesmo tempo, arrancou a elaboração dos restantes planos (Expansão Sul da Trafaria/Raposeira e da Corvina/-Raposeira). Quando todo este processo estiver concluído, ficam criadas as condições para captar investidores para os projectos previstos no Estudo de Enquadramento Estratégico da Costa da Trafaria, com vista a requalificar uma área de mais de 100 hectares. A área de intervenção do estudo estratégico abrange as zonas da “Fábrica deDinamite” e da Quinta do Torrão, além de outras áreas freguesia da Trafaria. O primeiro passo para o colocar em prática está a ser a elaboração de cinco planos de pormenor. Os do Torrão (zona poente da Trafaria, ao longo da frente ribeirinha), Abas da Raposeira (Mata Nacional das Abas da Raposeira) e São João da Caparica (norte da área urbana e da frente de praias da Costa de Caparica), estão “quase concluídos do ponto de vista técnico”, revela o vereador do Urbanismo, José Gonçalves.(...) (...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Almada 146, de 7 a 13 de Outubro de 2008

terça-feira, 7 de outubro de 2008

CASCAIS VAI MIMAR CRIANÇAS EM RISCO

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Centro temporário para crianças em risco A Câmara de Cascais e a Associação Mimar celebraram um protocolo, na passada segunda-feira, com vista à comparticipação da autarquia na obra e aquisição de equipamento do futuro Centro de Acolhimento Temporário de Crianças em Risco – Casa Mimar, a edificar no Bairro Santo António, freguesia do Estoril. O município cedeu um terreno em regime de direito de superfície onde será construída a Casa Mimar, numa área com cerca de 1400 metros quadrados. A par disso, disponibilizou meio milhão de euros para a comparticipação da obra e aquisição de equipamento. Um montante que, em princípio, deverá ser entregue em três tranches (200 mil euros em 2008, 200 mil euros em 2009 e 100 mil em 2010), segundo revelou o presidente da Câmara. António Capucho sublinhou, no entanto, que “há disposição de rever posteriormente o protocolo com vista a avançar com o total do remanescente em 2009 e antecipar o que estava previsto para 2010, logo que seja aprovado o orçamento para 2009”. Uma boa notícia que alegrou a presidente da Associação Mimar, Maria João Lois. Com a Casa Mimar, explicou esta responsável, “procuramos reforçar a capacidade de resposta que existe no concelho em relação às crianças em risco”(...) (...) Continuação na página 11 do Jornal da Região da Cascais 146, de 7 a 13 de Outubro de 2008

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

MAIS UTENTES SEM MÉDICO DE FAMÍLIA

Ver edição completa Mais de 60 mil habitantes de Almada ainda não dispõem de médico de família. Autarcas e utentes exigem medidas
A falta de médicos de família, as “más condições” de algumas extensões de saúde e a necessidade de construir novas extensões são algumas das carências do concelho na área da saúde apontadas pelos utentes. As comissões de utentes estimam que hajam no concelho quase 60 mil pessoas sem médico de família e consideram que as recentemente criadas unidades de saúde familiar (USF) não melhoraram a prestação de cuidados de saúde em Almada. Uma das situações mais preocupantes é a da Extensão de Saúde do Laranjeiro, onde “há pessoas que vão para a porta às 05h00 para conseguir uma consulta”, conta Jorge Fernandes, do Secretariado das Comissões de Utentes de Saúde do Concelho de Almada. Para o presidente da junta, José Ferreira, a situação é “quase terceiro-mundista”.Oatendimento é feito no primeiro andar de um edifício sem elevador, com “falta de espaço e de condições para os utentes e profissionais”. Na altura em que foi criada a USF do Laranjeiro, sete médicos e vários utentes da extensão de saúde local passaram a ser atendidos lá. Entretanto, houve uma reorganização e “vários utentes regressaram à extensão, mas apenas quatro médicos voltaram”. Jorge Fernandes concorda que as USF criadas (Pragal, Cova da Piedade, Laranjeiro, Monte da Caparica e Sobreda) não trouxeram vantagens. Tanto mais que, desde essa altura, as extensões de saúde que antes encerravam às 22h00 “passaram a fechar às 20h00”. “A maioria da população de Almada trabalha em Lisboa e dificilmente tem acesso a uma consulta com o médico de família”, alerta.(...) (...) Continuação na página 7 do Jornal da Região da Almada 145, de 30 de Setembro a 6 de Outubro de 2008

terça-feira, 30 de setembro de 2008

ALARGAMENTO DO IC19 NA RECTA FINAL

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Construção da nova A16 deverá estar concluída em finais de Setembro de 2009 Em meados de Outubro, as obras de alargamento do IC19 vão entrar na recta final, com o grosso da intervenção entre Ranholas e Cacém a ser dado como concluído, à excepção do Nó de Paiões. Neste caso, as obras vão ter lugar até ao final do ano, por imperativos admissíveis, segundo o vereador Luís Duque. “Se o Nó de Paiões acompanhasse o resto da empreitada, teríamos condicionalismos de trânsito complicadíssimos para Sintra. O alargamento estaria totalmente concluído, mas com graves transtornos naquela zona”, explica o vereador que tutela a Divisão de Trânsito no município. O autarca adverte que o Nó de Paiões, “uma intervenção complicada”, vai compatibilizar “não só o alargamento do IC19, como também preparar já o trajecto da Circular Poente ao Cacém”. A conclusão do alargamento do IC19 não resolve todos os problemas de mobilidade, mas é um passo decisivo nesse sentido. “Sintra caminha de um défice grave em termos de infra-estruturas rodoviárias para uma situação de quase excelência”, considera Luís Duque, que enuncia como vias essenciais o IC16 (Lourel/Nó da CREL), o IC30 (Alcabideche/Lourel) e as circulares Nascente e Poente ao Cacém.(...) (...) Continuação na página 10 e 11 do Jornal da Região da Sintra 145, de 30 de Setembro a 6 de Outubro de 2008

terça-feira, 23 de setembro de 2008

EMAC ASSUME ESPAÇOS VERDES

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Empresa municipal assume gestão e requalificação dos espaços verdes A EMAC – Empresa de Ambiente de Cascais assumiu recentemente a gestão e requalificação dos Espaços Públicos Verdes Urbanos (EPVU), numa área total de 493.174 m2, por delegação da Câmara Municipal de Cascais. Potenciar as áreas verdes do concelho, através de uma gestão adequada dos meios existentes e de uma interligação das várias áreas de actuação da EMAC, é o objectivo da delegação de competências, que confere à empresa municipal a possibilidade de gerir os contratos de prestação de serviços, construir novos espaços, requalificar as áreas existentes e criar parques infantis, juvenis e seniores. Segundo a EMAC, “na requalificação dos espaços verdes será dada prioridade às espécies arbóreas e arbustivas autóctones, de fácil adaptação ao meio. Esta medida permite uma redução do consumo de água e tornando os espaços mais harmoniosos e ecologicamente mais sustentáveis”. A área sob alçada da EMAC equivale a 1.571 parcelas, entre espaços verdes de loteamentos, separadores de vias e rotundas, dispersas pelas seis freguesias do concelho. Está prevista a recepção de mais espaços e a execução de novas áreas, prevendo-se atingir os 700 mil metros quadrados.(...) (...) Continuação na página 10 do Jornal da Região da Cascais 144, de 23 a 29 de Setembro de 2008

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

VANDALISMO ATACA EM AGUALVA

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Incêndio provoca estragos em edifício destinado a centro de interpretação ambiental Na madrugada da passada quarta-feira, o vandalismo voltou a atacar no Jardim da Anta, na freguesia de Agualva, com um incêndio a provocar danos no interior de um imóvel destinado a acolherumcentro de interpretação ambiental. Este acto de vandalismo é apenas mais um a juntar a tantos outros que regularmente ocorrem naquele espaço verde, para desespero dos moradores que residem na área envolvente e dos próprios responsáveis camarários. Marília Pinto, que vive na zona há cerca de três décadas, não se apercebeu do fogo, prontamente combatido pelos bombeiros, cerca das cinco horas da manhã. Mas, esta moradora não se mostra surpreendida, porque todas as noites, a partir das 23 horas, o jardim é invadido por grupos de jovens que, além do barulho que incomoda os residentes, ocupam o tempo a destruir o jardim e o mobiliário urbano. "É muito bom ter aqui este espaço verde, mas é muito mau suportar o que aqui se passa de noite", lamenta esta moradora. "É um verdadeiro inferno", reforça. "Estão drogados ou bêbedos; os gritos, parecem animais..." Vidros partidos nas habitações são, também, situações recorrentes de vandalismo. Chamar as autoridades policiais não resolve porque a PSP alega com "a existência de outras ocorrências na cidade e a falta de efectivos". Mas, os actos de vandalismo já remontam há algum tempo e, em Março de 2007, esta moradora promoveu um abaixo-assinado, dirigido ao município e à PSP de Agualva-Cacém, onde reivindicava acções urgentes para pôr cobro aos actos de vandalismo.(...) (...) Continuação na página 7 do Jornal da Região da Oeiras 134, de 23 a 29 de Setembro de 2008

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

METRO SUL DO TEJO

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Moradores reforçam queixas sobre ruído O Metro Sul do Tejo (MST) começa a funcionar na totalidade a partir de 27 de Novembro. A partir dessa altura, passam a funcionar as três linhas: Cacilhas-Corroios, Pragal-Corroios eCacilhas-Universidade. Apesar de as obras estarem numa fase final, redobram-se as críticas dos almadenses, relacionadas com o ruído do Metro nas linhas já em funcionamento, com os parques de estacionamento, ou com as recentes alterações de trânsito para adaptar a cidade à circulação do MST. Até ao fim de Setembro, deverão ficar concluídas as obras rodoviárias, e, até ao fim e Novembro, os arranjos exteriores, revelou Marco Aurélio, chefe da equipa de missão do MST, durante o último Fórum de Participação do MST antes da conclusão das obras, que decorreu na terça-feira à noite. Já na próxima semana, vão começar os testes na linha central de Almada, seguindo, como habitualmente, três fases: ensaios em vazio, com os veículos a cumprir horários e, uma semana antes,emexploração sem passageiros. O engenheiro avançou também que os horários do MST vão ter início mais cedo, a partir das 05h15, terminando à 01h00. Neste momento, estão a funcionar 12 veículos e vão entrar em funcionamento mais 12, de cinco em cinco minutos durante as horas de ponta e de 10 em 10 nas restantes. “Daqui por duas semanas, o impacto da obra praticamente deixará de existir”, acredita Marco Aurélio.(...) (...) Continuação nas páginas 10 e 11 do Jornal da Região da Almada 143, de 16 a 22 de Setembro de 2008