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sexta-feira, 19 de setembro de 2008
METRO SUL DO TEJO
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segunda-feira, 15 de setembro de 2008
ANO LECTIVO COM NOVOS DESAFIOS
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"Cumprir a Carta Educativa é essencial" Presidente da FAP-Sintra, Joaquim Ribeiro, aponta o dedo à EDUCA A empresa municipal EDUCA devia delegar competências nas juntas de freguesia e nas associações de pais, em especial ao nível da execução de pequenas obras nos estabelecimentos de ensino. Uma situação defendida pelo presidente da FAP-Sintra (Federação das Associações de Pais e Encarregados de Educação do Concelho de Sintra), Joaquim Ribeiro, que critica a morosidade com que a empresa responde aos pedidos de intervenção nas escolas do 1.º Ciclo. "Não quer dizer que não se façam algumas obras com uma certa celeridade, principalmente as que representem algum perigo, mas a maioria das situações demora bastante tempo a ser resolvida", sublinha este responsável, que enuncia que, num parque escolar tão vasto e em muitos casos com largos anos, há sempre muito para fazer: "Com escolas tão velhas, há problemas de todo o género, ao nível da rede de abastecimento de água, sistema eléctrico, vidros partidos". Para o presidente da FAP-Sintra, "a estrutura daEDUCAé demasiado pesada para os fins a que se destina" e a delegação de competências "aliviaria a empresa, que ficaria mais apta a poder responder às necessidades de cada escola". Se a morosidade da EDUCA se coloca quando omunicípio apenas tutela o 1.º Ciclo, a concretizar-se a assunção municipal de responsabilidades nos 2.º e 3.º ciclos, a situação poderá agravar-se? "É uma pergunta difícil. Tenho a certeza que é uma pergunta que os responsáveis camarários da Educação também fazem a si próprios", frisa Joaquim Ribeiro.(...) (...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Sintra 143, de 16 a 22 de Setembro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
INDIGNAÇÃO NA QUINTA DO TEXUGO
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Recolha de lixo dá polémica em ALMADA
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terça-feira, 2 de setembro de 2008
PALÁCIO DA JUSTIÇA ESTÁ VULNERÁVEL
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Caixa Multibanco foi roubada das instalações sem nenhum vestígio A porta principal do Palácio da Justiça de Cascais foi arrombada, na madrugada da passada quinta-feira, dia 28 de Agosto, e a caixa Multibanco roubada das instalações, tendo sido arrastada pela escadaria exterior do edifício, sem que fosse accionado qualquer alarme ou o sistema de videovigilância. Segundo os funcionários do tribunal, o alerta foi dado pelas empregadas de limpeza, que entraram ao serviço às seis horas da manhã, depois de o segurança ter terminado o seu turno às 24 horas. A caixa Multibanco estava localizada no “hall” de entrada do edifício, no rés-do-chão, a cerca de 20 metros da porta principal e foi levada sem que fosse deixado qualquer vestígio. De acordo com um funcionário, “o alarme não disparou e as câmaras de vigilância não têm qualidade”. Em comunicado, divulgado no próprio dia do assalto ocorrido no Palácio da Justiça de Cascais, o Ministério da Justiça divulgou que vai solicitar a substituição das máquinas Multibanco amovíveis, que estão instaladas em diversos tribunais, por “caixas encastradas na estrutura dos edifícios”. A medida será concretizada em articulação com as entidades bancárias e proprietárias dos equipamentos. No mesmo comunicado, o Ministério da Justiça referiu que os meios de vigilância humana tiveram de ser reduzidos em cerca de 60 por cento em 2002 e 2003, “devido a ‘cortes’ de natureza orçamental”, e que a vigilância privada 24 horas por dia foi então retirada dos principais tribunais do país “por decisão do Governo PSD/CDS”(...) (...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Cascais 141, de 2 a 8 de Setembro de 2008
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
COOPALME GANHA NOVO ALENTO
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sexta-feira, 29 de agosto de 2008
METRO CHEGA À REBOLEIRA EM 2011
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Prolongamento da Linha Azul até à estação de comboios da Reboleira foi adjudicado e os trabalhos devem começar em Janeiro A partir de meados de 2011, será possível ir da Reboleira ao Marquês de Pombal em apenas 20 minutos, e até Santa Apolónia em menos de meia-hora. A ligação da Linha Azul entre a estação de metropolitano da Amadora-Este até à estação de comboios da Reboleira foi já adjudicada ao consórcio vencedor, constituído pelas empresas Soares da Costa, Zagope, Teixeira Duarte e Construtora do Tâmega. O contracto da empreitada, que prevê a construção do troço de 850 metros, foi assinado este mês de Agosto numa cerimónia que contou com a presença da secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino. Para a responsável, “este prolongamento resolve uma das maiores incoerências técnicas da região metropolitana de Lisboa, que era a incapacidade de ligar o metro da linha azul (com a actual paragem terminal em Amadora-Este) ao comboio de Sintra devido a uma falha de 200 e tal metros”. A obra, orçada em 58 milhões de euros, vai permitir à empresa Metropolitano de Lisboa ganhar cerca de quatro novos milhões de passageiros por ano.(...) (...) Continuação na página 4 do Jornal da Região da Amadora 140, de 26 de Agosto a 1 de Setembro de 2008