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quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Obras nas praias afastam banhistas
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terça-feira, 26 de agosto de 2008
CASCAIS REFORÇA APOIO SOCIAL
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Executivo autárquico, liderado por Pedro Silva, define como prioridades a construção de creche na Pampilheira e a conclusão do alargamento do Centro de Dia da Torre
As crianças e os idosos vão ser os principais beneficiados com os projectos prioritários da Junta de Freguesia de Cascais (JFC). O executivo provou o projecto da futura creche da Pampilheira e pretende concluir, ainda este ano, o alargamento do Centro de Dia da Torre. Entre as principais prioridades da JFC, como salienta o seu presidente, Pedro Silva, está o reforço do apoio social.
Para isso, o autarca quer avançar, se possível ainda este ano, “com a construção da futura Creche da Pampilheira”. O novo equipamento representa um investimento de “meio milhão de euros, que será construído num terreno que temos na Pampilheira”, enuncia. “É um projecto de raiz e vai ser dirigido a 43 crianças”, avançou Pedro Silva. O autarca sustenta que “temos sentido uma grande falta deste tipo de equipamento.
As mães vão trabalhar e, muitas vezes, não têm onde deixar as crianças. Será um projecto que vai ter a comparticipação da Segurança Social”.(...)
(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Cascais 140, de 26 de Agosto a 1 de Setembro de 2008segunda-feira, 28 de julho de 2008
GNR REFORÇA MEIOS OPERACIONAIS
Ver edição completaSem registo significativo de criminalidade violenta, a GNR de Sintra está particularmente preocupada com os furtos no interior de veículos e os assaltos a residências. Os dois tipos de crime são os mais praticados na área da responsabilidade da GNR, que abrange a Vila de Sintra (São Martinho, São Pedro de Penaferrim e Santa Maria e São Miguel) e as freguesias de Terrugem, São João das Lampas e Colares.
Se também há registo de furto de veículos, é a criminalidade no interior das viaturas que surge à cabeça. "Temos várias investigações em curso, algumas já produziram resultados, outras irão produzir em breve", sublinha Paulo Machado, comandante do Destacamento Territorial de Sintra (DTS).
Na época de Verão, as principais vítimas são mesmo os turistas que também não adoptam todas as acções preventivas contra ‘os amigos do alheio’. "Os cidadãos estrangeiros visitam o nosso país de uma forma despreocupada e muito descontraída e, por vezes, é normal deixarem a máquina de filmar ou a máquina fotográfica à vista no interior das viaturas, o que se tornaumalvo", adverte o capitão da GNR.(...)
(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Sintra 139, de 29 de Julho a 4 de Agosto de 2008
sexta-feira, 25 de julho de 2008
METRO DE ALMADA TRAZ DESEMPREGO
Ver edição completa Comerciantes de Almada exigem estudo sobre os prejuízos causados pelas obras do metro.
Associação fala de uma perda de receitas na ordem dos 12,5 milhões de euros e na falência de 50 lojas
A Associação de Comerciantes de Almada Centro reivindica um estudo, a cargo de uma entidade independente, que avalie o impacto que as obras do Metro Sul do Tejo estão a ter no crescimento do desemprego. De acordo com o presidente da Associação, José Jerónimo, o estudo deverá ser encomendado pela Associação de Comércio e Serviços do Distrito de Setúbal.
Os prejuízos causados pelas obras ascendem, segundo a comissão, aos 12,5 milhões de euros. Estima-se que cerca de 50 estabelecimentos comerciais tenham encerrado devido à quebra de negócio, atirando para o desemprego mais de cem pessoas. Segundo a proprietária de um estabelecimento comercial, “num espaço de dois anos vimos o nosso leque de empregados reduzido de onze para 4 funcionários”.
A dificuldade maior para o comércio é, na opinião do presidente da Associação de Comerciantes de Almada, a falta de pessoas que circulam na zona. "As obras do metro estão a prejudicar muito o comércio, pois corta qualquer hipótese dos clientes chegarem às lojas. As obras estão em todo o lado, sendo que, não houve o cuidado de se executar este projecto faseadamente".(...)
(...) Continuação na página 7 do Jornal da Região da Almada 138, de 22 a 28 de Julho de 2008.
terça-feira, 22 de julho de 2008
DESRESPEITO PELO PATRIMÓNIO NA CRIL
Ver edição completaMoradores temem que esteja a ser destruída galeria do Aqueduto
O avanço das obras de construção do último troço da CRIL, entre a Buraca e a Pontinha, continua a ser alvo de fortes críticas das associações de moradores das localidades que a circular vai atravessar.
A Comissão de Moradores de Santa Cruz de Benfica e da Damaia acusa oGoverno de estar a “violar a Declaração de Impacte Ambiental”, por a “obra estar a avançar a toda a força no terreno sem ainda existir projecto de execução aprovado”.
Na última semana, a Comissão, que continua atenta ao desenrolar dos trabalhos, acusou os responsáveis de estarem ainda a desrespeitar e destruir património. “Quando estavam a ser feitas escavações junto à parede do Aqueduto das Águas Livres na zona da Buraca, foi descoberta uma galeria "pegada" ao Aqueduto, com cerca de 50 metros, até à data desconhecida. Esta galeria situa-se a uma cota mais baixa que oAqueduto das Águas Livres. Amáquina escavadora abriu um buraco sensivelmente a meio desta galeria, tendo ficado uma abertura para cada um dos lados”, lamentam os moradores que foram, de imediato, recolher informações sobre a galeria. “Tem perto de 1,90 metros de altura e 60 centímetros de largura, termina do lado poente numa parede vermelha aparentemente de lamavulcânica, e do lado nascente numa parede antiga (confirmada ssa antiguidade pela formação química calcária que a recobre) onde na parte inferior existe uma estrutura hidráulica em pedra com perto de 50cm quadrados, em actividade, onde é captada água através de fissuras”.(...)
(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Amadora 138, de 22 a 23 de Julho de 2008
segunda-feira, 21 de julho de 2008
INSTABILIDADE DAS ARRIBAS
Ver edição completa Fontanelas não dispensa os banhos na Aguda
Os ministérios do Ambiente e da Defesa Nacional interditaram a Praia da Aguda, em Fontanelas, devido à instabilidade das arribas e à degradação das escadarias de acesso. Mas, a população de Fontanelas não está pelos ajustes e promoveu um abaixo-assinado, subscrito por cerca de 650 pessoas, que contesta a interdição e reclama a melhoria do acesso à praia. Uma posição partilhada pelo presidente da Junta de Freguesia de São João das Lampas, Miguel Portelinha.
No abaixo-assinado, destinado a diversas entidades governamentais e autárquicas, a população expressa "o descontentamento e indignação" pela interdição da escadaria de acesso à Aguda, "em vez de procederem ao seu arranjo". Os munícipes reivindicam assim que "sejam tomadas as necessárias medidas para repor o acesso à Praia da Aguda".
Mas, o processo já evoluiu em desfavor das pretensões da população de Fontanelas, já que, após um edital da Capitania do Porto de Cascais a interditar a escadaria de acesso, os ministérios do Ambiente e da Defesa Nacional publicaram uma portaria a declarar a Aguda como praia de "uso suspenso", pelo período de um ano (ver caixa).(...)
(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Sintra 138, de 22 a 28 de Julho de 2008
sexta-feira, 18 de julho de 2008
ALMADA - DEITAR LIXO NO CHÃO VAI DAR MULTA
Ver edição completaCoimas contra lixo e vandalismo
A Câmara de Almada aprovou uma postura municipal que prevê a aplicação de coimas sobre quem vandalizar o espaço público do concelho. A par desta iniciativa, muitos outros projectos estão a ser lançados com o objectivo de requalificar a imagem urbana do município.
A autarquia espera assim “lavar a cara” do concelho e promover uma maior sensibilização para a conservação do espaço público. Foi aprovada, na última sessão da Assembleia Municipal de Almada, uma postura municipal sobre limpeza e imagem urbana.O documento estabelece normas disciplinadoras de conservação e utilização de espaços em matéria de limpeza pública. Actos como deitar lixo para o chão, vazar óleos ou tintas e urinar na via pública, fazer inscrições com ‘graffiti’ em locais não autorizados (edifícios, muros ou mobiliário urbano), são alvo de coimas que podem chegar aos mil euros.
São igualmente penalizadas, entre outras, acções de carga e descarga que prejudiquem a limpeza pública; o lançamento de quaisquer detritos, as sarjetas ou sumidouros; e a manutenção de arbustos, silvados ou sebes pendentes sobre a via pública que dificultem a passagem e execução da limpeza urbana, a iluminação pública ou a sinalização de trânsito.(...)
(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Oeiras 137, de 15 a 21 de Julho de 2008