sexta-feira, 18 de julho de 2008

ALMADA - DEITAR LIXO NO CHÃO VAI DAR MULTA

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Coimas contra lixo e vandalismo

A Câmara de Almada aprovou uma postura municipal que prevê a aplicação de coimas sobre quem vandalizar o espaço público do concelho. A par desta iniciativa, muitos outros projectos estão a ser lançados com o objectivo de requalificar a imagem urbana do município.
A autarquia espera assim “lavar a cara” do concelho e promover uma maior sensibilização para a conservação do espaço público. Foi aprovada, na última sessão da Assembleia Municipal de Almada, uma postura municipal sobre limpeza e imagem urbana.O documento estabelece normas disciplinadoras de conservação e utilização de espaços em matéria de limpeza pública. Actos como deitar lixo para o chão, vazar óleos ou tintas e urinar na via pública, fazer inscrições com ‘graffiti’ em locais não autorizados (edifícios, muros ou mobiliário urbano), são alvo de coimas que podem chegar aos mil euros.
São igualmente penalizadas, entre outras, acções de carga e descarga que prejudiquem a limpeza pública; o lançamento de quaisquer detritos, as sarjetas ou sumidouros; e a manutenção de arbustos, silvados ou sebes pendentes sobre a via pública que dificultem a passagem e execução da limpeza urbana, a iluminação pública ou a sinalização de trânsito.(...)


(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Oeiras 137, de 15 a 21 de Julho de 2008

quarta-feira, 16 de julho de 2008

OEIRAS RECEBE GALARDÃO DA MOBILIDADE

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Oeiras foi o primeiro município da Área Metropolitana de Lisboa, num universo de 23 concelhos em todo o país, a hastear a Bandeira de Prata da Mobilidade, uma iniciativa da Associação Portuguesa de Planeadores do Território

Oeiras foi o primeiro município da Área Metropolitana de Lisboa (AML), num universo de apenas 23 em todo o país, a hastear a Bandeira de Prata da Mobilidade, atribuída pela Associação Portuguesa de Planeadores do Território (APPLA). O galardão foi hasteado na passada semana, depois da entrega por Inês Marrazes, da APPLA, ao presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais.
Numa cerimónia simples, Inês Marrazes explicou o porquê de Oeiras ser o primeiro município da AML a receber este galardão. “A associação desencadeou um projecto, no ano de 2003/2004, que se intitulava Rede Nacional de Cidades e Vilas com Mobilidade para Todos e o desafio foi lançado a todos os municípios do país. Na altura, aderiram uma centena, entre as quais Oeiras”, recorda a responsável. A actual distinção ficou a dever-se ao facto de a autarquia ter procedido, em parte, à eliminação de barreiras arquitectónicas na zona de intervenção a que se propôs quando aderiu à referida rede, em 2005, nomeadamente a área piloto de Santo Amaro.
“Foi feito um relatório e verificámos que a Câmara Municipal cumpriu os 30% do projecto apresentado”, salienta Inês Marrazes.(...)


(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Oeiras 137, de 15 a 21 de Julho de 2008

sexta-feira, 4 de julho de 2008

PRAIA DE ALGÉS DESACONSELHADA

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Ano após ano, a qualidade da água da Praia de Algés vai piorando, fruto dos esgotos que desaguam a escassos metros do pequeno areal, mas nem isso afasta os banhistas
Quando o calor aperta, qualquer areal serve para refrescar. Este é o cenário que se repete na Linha, ano após ano, com as praias do concelho a serem invadidas por veraneantes que querem apanhar uns raios de sol ou darem uns mergulhos. Contudo, há praias e praias. E, algumas delas são perigosas para a saúde pública. É o caso da Praia de Algés, outrora uma das mais famosas da Linha, onde muitas famílias passavam os seus fins-de-semana. “O areal chegava até à linha do comboio e pegava com a praia da Cruz Quebrada.
Como o eléctrico vinha até aqui, eram muitas as famílias de Lisboa que escolhiam Algés para se banharem”, recorda José Dias, morador em Pedrouços.
Com 65 anos, José recorda-se que foi naquela praia que aprendeu a nadar. Hoje em dia, ainda frequenta a Praia de Algés, mas já não arrisca molhar o corpo. “Venho apenas apanhar banhos de sol e, como é a única praia onde posso trazer o meu cão, costumo vir com regularidade”, explica ao JR. Banhos é que nem vê-los. “Sente-se o cheiro do esgoto”, lamenta. José Dias é um dos muitos utilizadores da praia que têm a noção da fraca qualidade da zona balnear e que se espanta com a quantidade de pessoas que ali vão a banhos.(...)


(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Oeiras 135, de 1 a 7 de Julho de 2008

terça-feira, 1 de julho de 2008

BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS SEM DINHEIRO

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Dívida antiga impede pagamento de salários

A única corporação de bombeiros do concelho atravessa momentos de grandes dificuldades financeiras. Tal situação colocou em risco o pagamento de salários e subsídios de férias a cerca de 90 assalariados e administrativos dos Voluntários da Amadora.
“As dificuldades são bastantes, como em qualquer corporação deste país, derivadas de questões como o aumento do preço dos combustíveis e do atraso do pagamento, por parte do Estado, de serviços como o transporte de doentes”, explica António Carixas, director da corporação.
Contudo, a crise financeira agravou-se durante o mês de Junho, quando a direcção tomou conhecimento de que o subsídio mensal atribuído pela Câmara da Amadora, de 51 mil euros, iria sofrer uma redução de 37 mil euros, fruto de uma ordem do tribunal. “Ficámos atónitos”, assume. “A anterior direcção deixou-nos uma dívida relativa a obras de melhoramentos feitas no quartel. Quando assumimos a direcção, há dois mandatos atrás, aceitámos e negociámos essa dívida.
Porém, com o agravamento das dificuldades financeiras, não concluímos o pagamento”, acrescenta, referindo que a dívida é de cerca de nove mil euros e não os 37 mil penhorados pelo tribunal. “Há, com certeza, erros no processo e vamos ter que esclarecer isso”, lamenta o director.(...)

(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Amadora 135, de 1 a 7 de Julho de 2008

quarta-feira, 25 de junho de 2008

CARREIRA DE TIRO INCOMODA MORADORES

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Ruído proveniente de estrutura do Complexo Desportivo do Jamor está a sobressaltar os residentes na zona de Linda-a-Velha

Aproximidade entre a Carreira de Tiro do Jamor e a zona residencial de Linda-a-Velha tem vindo, nos últimos tempos, a provocar algumas “dores de cabeça” aosmoradores dos prédios que distam poucos metros daquele equipamento.
“Moro aqui há 30 e tal anos e sempre existiu barulho vindo da carreira. Mas, nos últimos meses, tem havido uma maior frequência de ruído”, lamenta um residente da Rua Gonçalves Crespo, cujas traseiras são contíguas com o Complexo Desportivo do Jamor.
“Ao longo destes anos, habituámo-nos ao som dos tiros,mas ultimamente parece que vêm para aí forças de segurança treinar, principalmente aos fins-de-semana de manhã”, acrescenta. É precisamente o horário de funcionamento da carreira que mais contestação merece dos moradores. “Claro que, quando viemos para aqui morar, a carreira já existia. Mas, esta abre às 8h00 e é um bocado aborrecido acordar cedo aos fins-de-semana com tiros”, lamenta outro residente. Carlos Murteira não habita em nenhum dos prédios vizinhos mas costuma passear
nas imediações da carreira. “Por vezes, às 8h15 já se ouvem disparos. É no período da manhã que se ouve melhor o som, mas ao fim da tarde, a partir das 19 horas, também há muito ruído”, afirma, acrescentando que, “se vivesse aqui, já teria apresentado queixa”.(...)

(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Oeiras 134, de 24 a 30 de Junho de 2008

terça-feira, 24 de junho de 2008

UTENTES DO HOSPITAL COM NOVOS APOIOS

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Associação dos Amigos e Utentes lança novos projectos e alerta para as dificuldades vividas por quem se desloca ao Amadora-Sintra

Criada em 2002, a Associação dos Amigos e Utentes do Hospital Fernando da Fonseca - AMASIN tem, desde Fevereiro, uma nova direcção. Com o objectivo de ser uma interlocutora da população junto do hospital, a associação, que no último ano esteve quase sem actividade, quer reactivar a ligação com quem mais precisa: os utentes do Amadora-Sintra. Liderada por Carlos Almeida Gomes, ali voluntário há nove anos, a AMASIN tem como missão "colaborar com o hospital, ser um parceiro e uma voz", ao mesmo tempo que vai idealizando actividades "em benefício do utente, da população alvo que necessita do hospital”, explica o presidente.
Em apenas quatro meses de actividade, a associação lançou mãos à obra e tem já uma série de projectos na calha.
"Lançámos a campanha de recolha de tampas, já a decorrer anteriormente mas de uma forma mais informal no grupo de voluntariado. Contudo, em vez de transformarmos o produto da sua venda para reciclagem em cadeiras de rodas, com o apoio do Rotary Clube de Sintra vamos adquirir ajudas técnicas", revela ao JR. "Achamos mais prático transformar as tampinhas em canadianas, bengalas e andarilhos, de modo a ajudar a população mais carenciada que não tem possibilidade de os comprar", frisa Carlos Almeida Gomes.
Por isso, a AMASIN apela também a todos que tenham equipamentos deste tipo e que deles já não necessitem para que os ofereçam a quem mais precisa.(...)

(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Amadora 134, de 24 a 30 de Junho de 2008

sexta-feira, 20 de junho de 2008

CÂMARA DIZ BASTA AOS ERROS DO METRO

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Falta de soluções para problemas detectados nas obras do metro leva câmara a dar um murro na mesa. Maria Emília de Sousa exige fiscalização diária e vai avançar com os estacionamentos que deviam ser feitos pela concessionária

A 21.ª edição do Fórum de Participação Metro Sul do Tejo ficou marcada pela polémica em torno dos parques de estacionamento. O alegado incumprimento contratual por parte do Governo e concessionária esteve na base da reivindicação manifesta pelos comerciantes.
A presidente da Câmara, Maria Emília de Sousa, acalmou os ânimos e anunciou medidas práticas para contornar o problema.
A autarquia de Almada vai denunciar a terceira cláusula do contrato estabelecido com a concessionária e o Governo, que prevê a implantação de parques de estacionamento nas zonas intervencionadas pelas obras do Metro Sul do Tejo.Quemo garantiu foi Maria Emília Sousa, presidente da Câmara de Almada, que se mostrou visivelmente desgastada com o assunto durante o último Fórum de Participação do Metro. “O contrato que celebrámos contemplou conversações relativamente à possibilidade da construção de parques de estacionamento que são, obviamente, essenciais na nossa cidade. Neste âmbito, foi celebrado um protocolo entre o município e o Governo, onde na alínea 3 é preconizada esta questão.”(...)

(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Almada 133, de 17 a 23 de Junho de 2008