terça-feira, 24 de junho de 2008

UTENTES DO HOSPITAL COM NOVOS APOIOS

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Associação dos Amigos e Utentes lança novos projectos e alerta para as dificuldades vividas por quem se desloca ao Amadora-Sintra

Criada em 2002, a Associação dos Amigos e Utentes do Hospital Fernando da Fonseca - AMASIN tem, desde Fevereiro, uma nova direcção. Com o objectivo de ser uma interlocutora da população junto do hospital, a associação, que no último ano esteve quase sem actividade, quer reactivar a ligação com quem mais precisa: os utentes do Amadora-Sintra. Liderada por Carlos Almeida Gomes, ali voluntário há nove anos, a AMASIN tem como missão "colaborar com o hospital, ser um parceiro e uma voz", ao mesmo tempo que vai idealizando actividades "em benefício do utente, da população alvo que necessita do hospital”, explica o presidente.
Em apenas quatro meses de actividade, a associação lançou mãos à obra e tem já uma série de projectos na calha.
"Lançámos a campanha de recolha de tampas, já a decorrer anteriormente mas de uma forma mais informal no grupo de voluntariado. Contudo, em vez de transformarmos o produto da sua venda para reciclagem em cadeiras de rodas, com o apoio do Rotary Clube de Sintra vamos adquirir ajudas técnicas", revela ao JR. "Achamos mais prático transformar as tampinhas em canadianas, bengalas e andarilhos, de modo a ajudar a população mais carenciada que não tem possibilidade de os comprar", frisa Carlos Almeida Gomes.
Por isso, a AMASIN apela também a todos que tenham equipamentos deste tipo e que deles já não necessitem para que os ofereçam a quem mais precisa.(...)

(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Amadora 134, de 24 a 30 de Junho de 2008

sexta-feira, 20 de junho de 2008

CÂMARA DIZ BASTA AOS ERROS DO METRO

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Falta de soluções para problemas detectados nas obras do metro leva câmara a dar um murro na mesa. Maria Emília de Sousa exige fiscalização diária e vai avançar com os estacionamentos que deviam ser feitos pela concessionária

A 21.ª edição do Fórum de Participação Metro Sul do Tejo ficou marcada pela polémica em torno dos parques de estacionamento. O alegado incumprimento contratual por parte do Governo e concessionária esteve na base da reivindicação manifesta pelos comerciantes.
A presidente da Câmara, Maria Emília de Sousa, acalmou os ânimos e anunciou medidas práticas para contornar o problema.
A autarquia de Almada vai denunciar a terceira cláusula do contrato estabelecido com a concessionária e o Governo, que prevê a implantação de parques de estacionamento nas zonas intervencionadas pelas obras do Metro Sul do Tejo.Quemo garantiu foi Maria Emília Sousa, presidente da Câmara de Almada, que se mostrou visivelmente desgastada com o assunto durante o último Fórum de Participação do Metro. “O contrato que celebrámos contemplou conversações relativamente à possibilidade da construção de parques de estacionamento que são, obviamente, essenciais na nossa cidade. Neste âmbito, foi celebrado um protocolo entre o município e o Governo, onde na alínea 3 é preconizada esta questão.”(...)

(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Almada 133, de 17 a 23 de Junho de 2008

quinta-feira, 19 de junho de 2008

PROJECTO SOLIDÁRIO APOIA FAMÍLIAS DE ALGÉS

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Centro Paroquial desenvolve projecto a pensar nas famílias
A pensar no bem-estar das famílias da freguesia de Algés, o Centro Social e Paroquial da Paróquia Cristo-Rei lançou o projecto “Lado a Lado – a Família Primeiro”. Um projecto que, segundo a sua responsável, Cátia Vieira, “é uma tentativa de ir ao encontro das necessidades sociais que identificamos na freguesia”.
Porque as problemáticas não são isoladas e a família é o alicerce da sociedade, a instituição criou uma série de serviços, prestados por uma equipa multidisciplinar de profissionais e voluntários, que respondam a situações comuns às famílias. “A dificuldade em conciliar a vida familiar com a profissional, a necessidade de terem tempo a sós como casal e de saberem enfrentar algumas crises” são alguns dos problemas detectados pela instituição no contacto regular com as famílias da freguesia.
“Por outro lado, há idosos que não têm familiares e é preciso promover a solidariedade entre famílias”, acrescenta Cátia Vieira, que define o “Lado a Lado” como uma empresa solidária. “Há uma gestão estrategicamente empresarial. Os serviços prestados são pagos, mas o lucro permite ajudar famílias que não tenham a mesma capacidade financeira”, justifica.(...)

(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Oeiras 133, de 17 a 23 de Junho de 2008

terça-feira, 17 de junho de 2008

CASCAIS VIBRA PELA SELECÇÃO NACIONAL

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A Cidadela prepara-se para receber, nesta quinta-feira, mais uma festa dos adeptos do ‘Clube Portugal’. A fortaleza tem assistido, desde o início do Euro 2008, a autênticas romarias

À semelhança do que acontece em todo o País, também Cascais está a vibrarcom a presença de Portugal nos quartos-de-final do Euro 2008, que está a decorrer na Áustria e na Suíça. A Selecção Nacional perdeu o jogo com a Suíça, no passado domingo, mas mesmo assim os fãs, que se dirigiram em massa à Cidadela, não desanimaram e prometem voltar em força esta quinta-feira, com cachecóis, bandeiras de Portugal, camisolas, perucas vermelhas e verdes e até caras pintadas.

Desde o início da prova que a fortaleza é um lugar de peregrinação para quem quer, em Cascais, assistir aos jogos do Campeonato da Europa de Futebol numa praça com ecrã gigante, apoiada por serviços de restauração. Com o recinto repleto nos dois primeiros jogos, contra a Turquia e a República Checa, a partida com a Suíça, em que Portugal já estava apurado para a fase seguinte, não demoveu os adeptos da Selecção, mesmo com condições climatéricas adversas, que transformou o cachecol em guarda-chuva.(...)

(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Cascais 133, de 17 a 23 de Junho de 2008

segunda-feira, 16 de junho de 2008

TRANSPORTADORAS LUTAM PELA SOBREVIVÊNCIA

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Pequenas empresas sintrenses, muitas delas familiares, mostram esperança nos resultados da paralisação que afectou o País na passada semana

“Valeu a pena!” Foi com esta ideia-chave que Pedro Morais, presidente da Associação de Transportadores de Terras, Inertes, Madeiras e Afins (ATTIMA), fechou o protesto que esta organização, representativa de pequenas empresas (muitas delas familiares) a operar na Grande Lisboa e sediada na Terrugem,manteve durante uma semana, em crescendo, até à desmobilização, na passada quinta-feira. Uma luta “positiva, correcta e digna”, resumiu aquele dirigente, reclamando, com orgulho: “Fomos a primeira e a única associação a assumir a paralisação”.
O regresso à estrada aconteceria depois de uma reunião “bastante produtiva” com a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, onde conseguiu a garantia de que seriam tidas em conta as especificidades deste subsector em rondas negociais a realizar até ao final deste mês. “São pequenos ajustamentos, transversais a vários ministérios, mas muitos pequenos ajustamentos podem fazer uma grande diferença”, sustentou Pedro Morais, em declarações ao JR.
Entre os problemas para cuja discussão “as portas ficaram abertas” incluem-se a falta de vazadouros para descarregar inertes (o recurso a pedreiras desactivadas é uma hipótese em cima da mesa – ver caixa), alegados excessos de zelo no controle de cargas e a formação profissional. Outra questão considerada importante é a necessidade de se avançar na definição de uma tarifa mínima para os serviços prestados, de forma a evitar situações de “dumping”, isto é, a prestação de fretes abaixo do preço de custo - algo que também está a ser reivindicado por associações homólogas em Espanha, onde a luta se manteve durante mais tempo.(...)

(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Sintra 133, de 17 a 23 de Junho de 2008

quinta-feira, 12 de junho de 2008

SELECÇÃO ANIMA RUAS, CAFÉS E JARDINS

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Almada não foge à regra e junta-se à onda de entusiasmo que se vive em todo o País. O Euro 2008 transformou o parque urbano da cidade num imenso estádio, tal como os cafés, bares e esplanadas onde só se grita: Portugal!!!

Tudo começou com o Euro 2004. Em seguida, o Mundial 2006 veio confirmar a enorme expectativa lançada. A presença da Selecção Nacional de futebol nos grandes palcos tem criado uma onda de euforia, sem precedentes, no concelho de Almada. Em pleno Euro 2008, a cidade volta a elevar a sua voz bem alto e mostra ao país com que “matéria é feito” o verdadeiro adepto da turma das quinas.
As bandeiras içadas nas janelas, o desfile de camisolas verdes e vermelhas, os cachecóis empunhados assim como os demais acessórios que caracterizam o fiel adepto português, colocam Almada na vanguarda de apoio aos “meninos” de Scolari.
Com a Selecção Nacional na Suíça, são muitos os que acreditam que agora é de vez: vamos conquistar o primeiro grande troféu internacional.
O Jornal da Região juntou-se à festa e saiu à rua para saber o que sentem os almadenses numa época tão especial. Luís Carlos, de 49 anos, não disfarça a euforia que sente quando vê um jogo da equipa nacional. Proprietário de um café, no centro de Almada Velha, confessa “que ver jogar a Selecção é uma emoção indescritível”.
Luís Carlos não tem dúvidas que Almada está a viver de forma exuberante o Euro. “As pessoas aqui no centro estão mais animadas e alegres, muito por culpa do bom início de campeonato da nossa Selecção. Nos dias de jogos, as pessoas andam mais nas ruas e nota-se uma certa magia no ar”.(...)

(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Almada 132, de 17 a 23 de Junho de 2008

segunda-feira, 9 de junho de 2008

ESTAÇÃO LIBERTA MAUS CHEIROS

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Valorsul confirma avarias nos equipamentos que têm provocado maus odores

Têm sido frequentes os maus cheiros provenientes da Estação de Tratamento e Valorização Orgânica (ETVO), inaugurada há apenas três meses na zona norte do concelho. Segundo o relato de alguns moradores dos Moinhos da Funcheira e do Alto da Mira, a poucas centenas de metros do equipamento, desde os finais de Abril que os odores se têm feito sentir com alguma regularidade.
“Recebemos diariamente centenas de camiões com lixo de toda a grande Lisboa e ainda por cima devido ao seu mau funcionamento somos frequentemente atingidos com maus odores.
É necessária uma acção o mais rápido possível e que definitivamente se coloque esta unidade a funcionar correctamente, pois sistematicamente o ar que respiramos, para além de não ser agradável, pode ser prejudicial à saúde”, alerta um grupo de moradores dos Moinhos da Funcheiranum blog sobre a localidade. “Não podemos pôr a cabeça fora da janela da nossa própria casa”, lamenta um outro morador da urbanização Alto da Mira.
Inaugurada em Março, a estação de tratamento esteve dois anos em testes e “a Valorsul sempre se comprometeu a só a recepcionar quando os problemas estivessem todos resolvidos”, realça Nuno Clemente, um dos residentes que fez seguir uma carta para a empresa de recolha e tratamento de lixo dando conta dos incómodos que a estação está a provocar.(...)

(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Amadora 132, de 12 de Junho de 2008