segunda-feira, 9 de junho de 2008

ESTAÇÃO LIBERTA MAUS CHEIROS

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Valorsul confirma avarias nos equipamentos que têm provocado maus odores

Têm sido frequentes os maus cheiros provenientes da Estação de Tratamento e Valorização Orgânica (ETVO), inaugurada há apenas três meses na zona norte do concelho. Segundo o relato de alguns moradores dos Moinhos da Funcheira e do Alto da Mira, a poucas centenas de metros do equipamento, desde os finais de Abril que os odores se têm feito sentir com alguma regularidade.
“Recebemos diariamente centenas de camiões com lixo de toda a grande Lisboa e ainda por cima devido ao seu mau funcionamento somos frequentemente atingidos com maus odores.
É necessária uma acção o mais rápido possível e que definitivamente se coloque esta unidade a funcionar correctamente, pois sistematicamente o ar que respiramos, para além de não ser agradável, pode ser prejudicial à saúde”, alerta um grupo de moradores dos Moinhos da Funcheiranum blog sobre a localidade. “Não podemos pôr a cabeça fora da janela da nossa própria casa”, lamenta um outro morador da urbanização Alto da Mira.
Inaugurada em Março, a estação de tratamento esteve dois anos em testes e “a Valorsul sempre se comprometeu a só a recepcionar quando os problemas estivessem todos resolvidos”, realça Nuno Clemente, um dos residentes que fez seguir uma carta para a empresa de recolha e tratamento de lixo dando conta dos incómodos que a estação está a provocar.(...)

(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Amadora 132, de 12 de Junho de 2008

quarta-feira, 4 de junho de 2008

ALMADA RECUPERA BAIRROS DIFÍCEIS

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Almada investe nas zonas mais problemáticas

A intervenção prevista no âmbito do Plano Integrado de Almada (PIA) prevê a requalificação de alguns bairros problemáticos do concelho, como é o caso do “Pica-Pau Amarelo”.A falta de limpeza, ausência de segurança e a degradação da habitação são alguns dos problemas que desesperam os moradores da zona. A autarquia mostra-se sensível a esta questão e promete um desfecho rápido e eficaz, através de um protocolo já assinado.
O Programa de Reabilitação e Desenvolvimento, na Zona do Plano Integrado de Almada (PIA), foi submetido a concurso público após ser ratificado um protocolo de parceria entre a autarquia e
diversas entidades privadas. O projecto foi já submetido ao Quadro de Referência Estratégico Nacional que inclui, nas suas valências, um programa de regeneração urbana destinado aos bairros críticos.
Aautarquia, em conjunto com o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), colectividades locais e instituições socioculturais desenvolveu um programa integrado, que se traduz num conjunto de medidas operacionais ao nível do espaço público.
A área de intervenção compreende o núcleo histórico da Caparica até ao Bairro do Plano Integrado de Almada e pretende fomentar uma série de equipamentos para toda a comunidade, constituindo-se numa área de integração social. (...)

(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Almada 131, de 3 a 9 de Junho de 2008

terça-feira, 3 de junho de 2008

AUMENTO DE PARQUÍMETROS

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Proposta de expansão das zonas tarifadas de Linda-a-Velha foi retirada
O executivo municipal preparava-se para votar, na reunião camarária realizada na passada semana, o alargamento da zona de estacionamento tarifado em Linda-a-Velha, entre a Alameda António Sérgio e o Largo da Lagoa, quando os vereadores do Partido Socialista solicitaram a retirada desta proposta e de outra similar, que dizia respeito ao estabelecimento de uma Zona de Estacionamento de Duração Limitada (ZEDL) junto à Praia da Torre, englobando, entre outras artérias, a Alameda do Alto da Barra.

Segundo o vereador Carlos Oliveira, “o PS considera pertinente fazer e lançar uma reflexão sobre a estratégia a seguir na expansão das ZEDL”. Para os eleitos do PS, “entende-se que existem zonas residenciais, perto ou entre as ZEDL, que começam a sofrer pressão”. Mas, “expandir as ZEDL implica ampliar a zona de fiscalização. Neste momento, a capacidade de fiscalização já se encontra no limite das capacidades”, asseguram os autarcas, para quem “a Parques Tejo deve elaborar um Plano Estratégico de Expansão das ZEDL, aliado a uma estratégia de preços a aplicar em cada uma das zonas, alicerçado numa lógica de coordenação entre serviços com responsabilidades e competências nesta matéria”. Uma opinião partilhada por Amílcar Campos, eleito pela CDU. “A estratégia assenta em ir para zonas mais alargadas para combater a fuga dos condutores às zonas de parquímetros.
Qualquer dia, todo o concelho é uma ZEDL”, lamenta o autarca.(...)

(...) Continuação na página 7 do Jornal da Região da Oeiras 130, de 29 de Abril a 5 de Maio de 2008

quarta-feira, 28 de maio de 2008

CRIANÇAS EM RISCO

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A Comissão de Protecção de Menores de Almada lança alerta para casos de maus-tratos, negligência e abuso sexual sinalizados no concelho. Laranjeiro e Caparica são as freguesias mais problemáticas

Quando se comemoraoDia Mundial da Criança, Almada depara-se com uma realidade negra.Deacordo como relatório de actividade da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, são ainda muitas as crianças que sofrem com diversos problemas, desde maus-tratos, negligência e abuso sexual. As freguesias do Laranjeiro e Caparica são as que mais sofrem com este flagelo. De acordo com dados relativos a 2007, foram sinalizadas 423 crianças pela Comissão de Protecção a Crianças e Jovens em Risco, no concelho de Almada.Oabandono escolar, a exposição a comportamentos desviantes e a violência doméstica são alguns dos problemas que mais preocupam este organismo. De acordo com Cristina Menúria, representante da Segurança Social, neste momento o maior número de sinalizações prende-se com a exposição das crianças a modelos de comportamentos desviantes, totalizando 152 casos. A explicação para estes dados deve-se ao facto da criança se encontrar integrada "em agregados que de alguma forma se desviam do padrão social", e aponta casos com a "ocorrência de situações de toxicodependência, alcoolismo, violência doméstica e negligência familiar".O abandono escolar é outra das causas sendo apontado em 54 sinalizações.(...)

(...) Continuação na página 6 do Jornal da Região da Almada 130, de 29 de Maio de 2008

terça-feira, 27 de maio de 2008

ROTARY APOIA CASA DE ACOLHIMENTO

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Nas vésperas do Dia da Criança, Quinta de S. Miguel recebe donativos
Depois de o JR ter noticiado que a Casa de Acolhimento da Quinta de S. Miguel precisava de apoio, o Rotary Clube da Amadora decidiu antecipar as comemorações do DiaMundial da Criança e, na passada segunda-feira, entregou à instituição diverso material destinado a melhorar a qualidade de vida dos que ali vivem. “A reportagem do jornal aproximou-nos porque desconhecíamos as necessidades da Casa de Acolhimento”, salienta Manuela Branco, do Rotary da Amadora. Após uma primeira reunião onde se elencaram as necessidades das 14 crianças que
habitam na Quinta de S. Miguel, o Rotary entregou os bens angariados através do seu núcleo de voluntariado. “Entregámos dois termos e roupa para crianças dos zero aos 14 anos”, congratula-se Manuela Branco, enumerando os donativos: “temos aqui 46 pares de meias, 22 t-shirt's, onze camisolas interiores, oito pijamas, quatro mochilas, cinco kispos, cinco pares de ténis, cinco gorros de Inverno e dez casacos, entre outras coisas”.(...)

(...) Continuação na página 4 do Jornal da Região da Amadora 130, de 28 de Maio de 2008

quarta-feira, 21 de maio de 2008

VALOR DA FACTURA DA ÁGUA NÃO BAIXA

SMAS aprovam tarifa para substituir a cobrança do aluguer de contador

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Desengane-se o consumidor que acha que vai pagar menos na factura da água por via da extinção da cobrança de aluguer de contador. À semelhança de outros municípios, também em Oeiras o Regulamento de Abastecimento de Água dos SMAS (Serviços Municipalizados de Água e Saneamento) foi alterado e sujeito a apreciação na Assembleia Municipal.
Uma alteração que visa a extinção da cobrança de aluguer de contador, mas em que compete aos SMAS "estabelecer, em termos legais, as tarifas correspondentes ao fornecimento de água, quota de disponibilidade de serviço e outros serviços prestados, a pagar pelo utente", como se pode ler na proposta. Uma proposta que acabou por ser aprovada por maioria, apesar das abtenções da CDU e do PSD e dos votos contra do Bloco de Esquerda. "Tira-se de um lado, mas taxa-se de outro e fica tudo na mesma. Isto é enganar o consumidor", lamentou Francisco Silva, deputado do BE, na sessão da assembleia que decorreu na segunda-feira.(...)

(...) Continuação na página 5 do Jornal da Região da Oeiras 129, de 22 de Maio de 2008

segunda-feira, 19 de maio de 2008

BOMBEIROS DE QUELUZ LANÇAM SOS

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Transporte de doentes em risco de suspensão
As corporações de bombeiros, de norte a sul do país, admitem a suspensão do transporte de doentes se, no prazo de três meses, oMinistério da Saúde (MS) não actualizar o preço por quilómetro dos serviços. Em vigor desde 2002, o preço pago pelo MS cifra-se em 0,40€/km, quando os custos do transporte de doentes, segundo os cálculos efectuados pela Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), ascende a 0,81€/km. Para fazer face aos constantes agravamentos no preço dos combustíveis, a LBP defende uma actualização para 0,60€/km. Caso a resposta do ministério não seja positiva, as corporações de bombeiros poderão suspender, ou reduzir de forma drástica, a realização desses serviços que dizem respeito a transporte de pessoas para fisioterapia, hemodiálise e consultas médicas. O alerta foi feito na passada sexta-feira, no quartel dos Bombeiros Voluntários de Queluz, pelo presidente da LBP, Duarte Caldeira, que reconhece que o distrito de Lisboa, pelo volume de serviços efectuados nas 57 corporações, poderá ser uma das regiõesmais afectadas por esta medida. Mas, perante as dificuldades económicas das associações de bombeiros voluntários, restam poucos caminhos. "Estas associações paramanterem a prestação diária de serviços de transporte de doentes têm poucas alternativas: ou reduzem as remunerações do pessoal ou em vez de cumprirem a lei, fazendo serviço com dois tripulantes, fazem-no com um ou então não podem fazer a manutenção desejável das respectivas ambulâncias", sublinha este responsável. "A manter-se esta situação, as associações de bombeiros poderão ver-se impossibilitadas de abastecer os veículos de socorro e de os terem em prontidão", reforça Duarte Caldeira.(...)

(...) Continuação na página 7 do Jornal da Região da Sintra 129, de 20 de Maio de 2008