terça-feira, 1 de abril de 2008

BAIRRO DA TABAQUEIRA

Ver edição completa

Requalificação em marcha

Após anos e anos de abandono, o Bairro da Tabaqueira está a beneficiar de obras de requalificação que prometem mudar a face dos espaços públicos deste aglomerado urbano da freguesia de Rio de Mouro.
A Câmara de Sintra vai investir 2,5 milhões de euros, numa intervenção dividida em três fases, que deverá estar concluída em meados de 2009.
"Esta intervenção assenta em três princípios: reorganizar e aumentar o estacionamento, regularizar os circuitos pedonais e requalificar o coberto vegetal", sintetiza Marco Almeida, vereador responsável pelo Departamento de Ambiente e Intervenção Local.
Numa zona central do denominado Bairro Novo, definida como a primeira fase dos trabalhos, as obras começaram pela "limpeza dos terrenos e o corte de árvores e, posteriormente, a requalificação dos pavimentos, para criar zonas de estadia, com a colocação de grelhadores, bancos e mesas, além de uma área para crianças", enuncia Isabel Gaspar, técnica da autarquia. A intervenção compreende igualmente, nesta praça central, o reordenamento do estacionamento, aumentando o número de lugares (32), numa preocupação que será estendida a todo o bairro (mais 45 lugares).
(...)

(...) Continuação na página 8 do Jornal da Região da Sintra 122, de 1 de Abril de 2008

sexta-feira, 7 de março de 2008

COMÉRCIO LOCAL CONTRA EL CORTE INGLÉS

Ver edição completa

A Associação Empresarial do Concelho de Cascais (AECC) é "totalmente contra" a implantação do El Corte Inglés no concelho, tendo já manifestado formalmente essa posição ao Ministério da Economia (no dia 3 de Março)e à Câmara de Cascais (a 29 de Fevereiro).
"É do conhecimento de todos que o comércio de rua no concelho está a atravessar grandes dificuldades, e esta poderá ser a "estocada de misericórdia",que estava a faltar para o matar de vez", considera o presidente da direcção da AECC, Rui Barbosa, e o vice-presidente, Armando Correia.
Estes responsáveis lamentam que se "pretenda instalar uma estrutura comercial desta dimensão numa zona em que, para além da rede viária ser deficitária para as infra-estruturas circundantes, está já comprometida com diversas
grandes superfícies, pois num raio de apenasum quilómetro, encontramos um Minipreço,um Stationmarché,um Bricomarché, um Intermarché, um Plus, um Lidl e um E. Leclerc em fase terminal de construção".


(...)
Continuação na página 5 do Jornal da Região da Cascais 118, de 5 de Março de 2008

Aqueduto veio abaixo em Morelena

Ver edição completa

Camião derrubou parte da estrutura de abastecimento de água à Granja do Marquês
O aqueduto que abastecia de água a Granja do Marquês,onde está instalada a Base Aérea n.º 1, foi parcialmente destruído por um camião, no centro de Morelena, freguesia de Pero Pinheiro.
A inexperiência do condutor,segundo testemunhos recolhidos pelo JR, terá estado na origem do acidente que "provocou um grande estrondo", relatou Rui Cavaleira, que reside junto ao aqueduto.
Os destroços continuam no local e foram retirados da via, após a participação da ocorrência à GNR, por funcionários de uma empresa situada na vizinhança.
Rui e Natália Cavaleira lamentam este novo atentado ao aqueduto e consideram que a intervenção de reposição do arco "não devia ser deixada para amanhã", mas ser executada de imediato.
Estes moradores recordam que na estrada que liga as localidades de Fação e de Cortegaça, também na freguesia de Pero Pinheiro, o aqueduto já foi alvo de destruição, há mais de uma década, e desde então ninguém repôs a situação.

(...)
Continuação na página 7 do Jornal da Região da Sintra 118, de 4 de Março de 2008

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Construtor lança suspeitas em Almada

Ver edição completa

Presidente da Câmara nega cobrança ilegal de taxas para licenciamento de um edifício
Maria Emília de Sousa reiterou esta semana a sua confiança nos funcionários da autarquia, depois das notícias que acusam o município de corrupção. As denúncias, avançadas por um construtor de Almada, dão conta de que a Câmara terá exigido pagamentos ilegais de taxas, no valor de cerca de 172 mil euros, para conceder uma licença de utilização de um edifício de sete andares construído na cidade. Passados cinco anos da conclusão da obra, o empresário diz ainda não ter os licenciamentos necessários e alega que a autarquia só concederia a licença mediante o pagamento de serviços prestados por outras empresas à própria Câmara. Perante estas afirmações, Maria Emília de Sousa garantiu ao JR que "a notícia, por aquilo que os serviços avaliaram, não tem qualquer fundamento".
A autarca questiona, ainda, as verdadeiras intenções destas declarações.
"Eu interrogo-me. O que é isto? É porque esta Câmara precisa de ser posta emcausa a 20 meses das eleições, como já foi noutros momentos? As inspecções são umas atrás das outras, mas aqui não encontram nada", assevera.
(...)

Continuação na página 9 do Jornal da Região da Almada 117, de 28 de Fevereiro de 2008

Imigrantes com vida facilitada

Ver edição completa

SEF abre posto na Reboleira

Aulatu Djaló vive em Massamá e, com alguma regularidade, tem que renovar o visto de residência. Até segunda-feira, esta imigrante perdia longas horas de espera nos balcões do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) de Lisboa ou Cascais. Agora, a apenas uns minutos de distância de comboio, tem ao seu dispor na Reboleira a primeira loja descentralizada do SEF, que vai abrir mais quatro espaços do género nas Linhas de Cascais, Sintra, Norte e Margem Sul. "Além de ser mais rápido, não está aqui tanta gente e o visto demora menos tempo a entregar", revela a jovem. "Quando ia a Lisboa demorava três a quatro meses a receber o visto.
Aqui já me disseram que ia demorar apenas um mês", realça Aulatu Djaló.
Para tornar mais rápido o atendimento, o novo posto do SEF está a trabalhar com duas associações concelhias, que têm o papel de mediadores entre as populações dos bairros e o SEF. A
Associação Moinho da Juventude, da Cova da Moura, e os Unidos de Cabo Verde, sedeados no bairro Casal da Boba, vão ter um papel importante no bom funcionamento. "Ajudamos as pessoas a fazerem as suas marcações, esclarecemos que tipo de documentação têm de reunir, entre outro tipo de apoio", explica Teacher Leite, mediador nos Unidos de Cabo Verde.


(...)
Continuação na página 7 do Jornal da Região da Amadora 117, de 29 de Fevereiro de 2008

Novo hospital em Alcabideche em 2010

Ver edição completa

Numa área de 83 mil metros quadrados, a unidade terá uma capacidade de 272 camas
Arrancaram oficialmente,na passada segunda-feira, as obras de construção do novo Hospital de Cascais, em Alcabideche,com o primeiro-ministro e os ministros da Saúde e das Finanças, em conjunto com o presidente da Câmara, a colocarem a primeira pedra da futura unidade de saúde, que servirá 285.336 habitantes de Cascais e de Sintra. O hospital começou as suas obras sem consagrar, no seu caderno de encargos, a valência de oncologia, embora a ministra, Ana Jorge, tenha admitido um período transitório, no primeiro ano de actividade, em que a unidade ainda vai receber os doentes oncológicos.

A nova unidade vai funcionar em regime de Parceria Público-Privadas (PPP). O modelo assentanumcontrato de gestão celebradocom duas entidades: a HPP, para o estabelecimento hospitalar, responsável pela prestação de cuidados de saúde, e outra para o edifício hospitalar, responsável pela construção, financiamento, conservação e exploração do novo edifício, a cargo da Teixeira Duarte. O contrato de gestão tem o prazo de 30 anos para o edifício hospitalar e 10 anos para a prestação de cuidados de saúde, renováveis até um máximo de 30 anos.

(...)
Continuação na página 8 do Jornal da Região de Cascais 117, de 27 de Fevereiro de 2008

Câmara vai começar a pagar



Ver edição completa

Executivo de António Costa liberta 20,4 milhões para 1287 empresas
A Câmara de Lisboa aprovou,por unanimidade, na reunião pública de quarta-feira, uma alteração ao orçamento que liberta 20,4 milhões de euros para pagar as dívidas de 1287 empresas a quem a autarquia deve dinheiro. O dinheiro sairá da verba prevista para pagar os juros do empréstimo, parte do plano de saneamento financeiro a que o Tribunal de Contas chumbou recentemente.
"É incerto quando virá o empréstimo, pelo que a Câmara não irá utilizar para já este dinheiro para pagar juros", afirmou o presidente António Costa, especificando que, embora 15 milhões de euros estejam abrangidos pela mobilidade da verba reservada para os juros, os restantes 5,4 milhões terão que ser cobertos.


(...)
Continuação na página 7 do Jornal da Região de Lisboa 117, de 29 de Fevereiro de 2008