Ver edição completaMaria Emília de Sousa reiterou esta semana a sua confiança nos funcionários da autarquia, depois das notícias que acusam o município de corrupção. As denúncias, avançadas por um construtor de Almada, dão conta de que a Câmara terá exigido pagamentos ilegais de taxas, no valor de cerca de 172 mil euros, para conceder uma licença de utilização de um edifício de sete andares construído na cidade. Passados cinco anos da conclusão da obra, o empresário diz ainda não ter os licenciamentos necessários e alega que a autarquia só concederia a licença mediante o pagamento de serviços prestados por outras empresas à própria Câmara. Perante estas afirmações, Maria Emília de Sousa garantiu ao JR que "a notícia, por aquilo que os serviços avaliaram, não tem qualquer fundamento".
A autarca questiona, ainda, as verdadeiras intenções destas declarações. "Eu interrogo-me. O que é isto? É porque esta Câmara precisa de ser posta emcausa a 20 meses das eleições, como já foi noutros momentos? As inspecções são umas atrás das outras, mas aqui não encontram nada", assevera.
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